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Lançamento da Revista Educacional On-line Educacio

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A Revista On-Line Educacional Gênesis nasceu de um sonho da escritora e educadora Lilian Fernandes: transformar o mundo por meio da Educação!

Estive no lançamento na Casa das Rosas no último dia 18 e também tive o prazer de escrever um texto falando um pouco sobre Marketing.

A Revista integra os diversos âmbitos da Educação e traz matérias e conteúdos inovadores, críticos e reflexivos, além de proporcionar aos leitores novas possibilidades de aprendizagens.

Foi uma honra e um grande prazer prestigiar o evento e participar do projeto, juntos conseguimos sim, realizar mais e melhor.

A Educacional Gênesis Editora, responsável pela edição e publicação da revista, tem o compromisso de ser mais sustentável, apostando no crescente mercado editorial on-line.

Lilian Fernandes é uma super querida, empreendedora associada à rede EGSP – Empreendedoras da Grande SP, está totalmente alinhada com o nosso propósito de fomentar o empreendedorismo feminino. Conheci tantas educadoras maravilhosas, tantas pessoas do bem, que não teve como deixar em branco e não vir aqui registrar esse momento.

A cerimônia foi conduzida pela narradora de histórias, Camila Genaro, presidente da Academia Brasileira de Contadores de Histórias, a qual superrecomendo. Maravilhosa!

Lilian Fernandes, CEO da Educacional Gênesis Editora, homenageou aos colunistas e a jornalista e produtora  Dapnhe Andreoni, responsável pelo projeto gráfico e edição, com a entrega de certificados, flores e um brinde. 

 

Conheça a Revista em: http://www.lilianfernandesescritora.com.br/2017/01/24/revista-on-line-educacional-genesis/#sthash.zW09YQ68.dpuf

Contato e patrocínios:
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O que fazem os jovens nas horas de descanso?

Filmes, séries e programas de TV são indispensáveis como lazer para 78% dos estudantes

Uma pesquisa realizada pela rede social Passeidireto.com indica que 78% dos 5 mil entrevistados gostam de ficar no sofá e em frente à telinha – seja da TV, computador ou tablet – assistindo séries, filmes e programas preferidos. Outros 65% dos universitários, sendo maioria entre 18 e 24 anos, atualizam a playlist e ouvem música sozinhos, 39% deles preferem sair com os amigos e 32% escolhem viajar.

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Quando falamos da telona, 44% curtem ir ao cinema. Tem aqueles que não abandonam os livros nem na hora do descanso e 58% deles preferem ler, enquanto 47% estão ligados no videogame. Como a grana é curta no período de faculdade, somente 19% dos jovens vão a restaurantes e teatro, mesmo com a meia-entrada.

A ideia da pesquisa é entender melhor como os universitários usam o tempo livre e um dado interessante que observamos é que muitos deles continuam conectados. Usam o computador para estudar e seguem na plataforma para refrescar a mente“, declara Daiane Dias, coordenadora de Relacionamento com o Cliente do Passeidireto.com.

Os serviços de lazer
Como o Passeidireto.com percebeu o lazer preferido dos estudantes, a rede resolveu estender a pesquisa e quis saber o quê e como eles assistem.
O computador é o campeão na hora de esquecer os estudos, com 93% dos entrevistados conectados por ele, seguidos de 91% no celular, 66% na televisão e 25% no tablet. A pesquisa aponta que o rádio é importante para 18% de entrevistados na hora do descanso.

Quando o assunto é o uso e a importância dos serviços para o lazer, os aparelhos eletrônicos são indispensáveis para se distrair para 68% dos entrevistados. Os serviços de streaming influenciam 43% dos estudantes contra 25% dos serviços de TV paga.

A programação queridinha está em assistir filmes em geral, com 10%. Entre as séries, Game of Thrones é a mais assistida representada por 6%, tendo Orange is the New Black e Grey”s Anatomy na cola com 5% e 4%, respectivamente.

Para os que usam a internet para programar viagens, 46% entram online e compram passagens e 40% fecham hospedagem; 23% deles usam para conferir promoções e comparar preços.

Apesar dos diversos interesses em descansar na frente de um produto eletrônico, 33% dos participantes confessaram ficar de uma a duas horas por semana dedicando o tempo à principal atividade de lazer, mas 32% se entregaram e disseram ficar mais de seis horas semanais.

A Passeidireto.com é uma rede acadêmica para universitários, que tem como missão conectar alunos e seus conhecimentos. Desde 2012 no ar, o Passeidireto.com já concentra 7 milhões de usuários, está presente em mais de 2,5 mil universidades do Brasil e em 4 anos de existência já recebeu R$ 27,5 milhões em aporte. Por meio da rede, os estudantes podem se conectar uns aos outros, seguir disciplinas específicas, compartilhar materiais de estudo e trocar mensagens. 
Confira todos os detalhes da pesquisa no link: http://www.singcomunica.com.br/passeidireto-com-revela-o-que-os-universitarios-fazem-nas-horas-vagas/

 

comunicação, educação, marketing

Desafios da carreira de Marketing começam na escolha da graduação

Sem dúvida para mim este é um tema relevante, que deveria ser mais estudado. Como reflexão, gostei bastante do texto abaixo da Mundo do Marketing.

Sem muitas opções de bacharelado específicas para a área, estudantes optam por cursos de graduação em administração, publicidade e propaganda e até design, além de tecnólogo

Além de canalizar esforços para vender produtos e serviços, o papel do profissional de Marketing nas companhias é, mais do que nunca, o de satisfazer, engajar e encantar o consumidor. E, para isso, as pessoas que atuam nesta área contam com ferramentas de precificação, comunicação, distribuição, criação e desenvolvimento de ofertas. As habilidades requisitadas daqueles que escolheram a carreira remetem a diversas áreas de conhecimento, o que acaba por multiplicar os caminhos possíveis de serem percorridos para se conquistar uma vaga no departamento de uma empresa.

Existem poucas opções de cursos de bacharelado em Marketing, como os oferecidos pela USP, em São Paulo, pela Unifacs, em Salvador, pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), em Petrópolis (RJ) e pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. O mercado opta por mesclar profissionais oriundos de diferentes campos para atuarem em uma atividade que exige competências variadas. A maioria das pessoas que se interessam pela área conclui a graduação em administração, em publicidade e propaganda, ou mesmo se forma como tecnólogo em Marketing. A escolha deve ser feita tendo como base o objetivo do aluno a médio e longo prazo.

Cada um dos percursos abrirá mais facilmente determinadas portas. “Quem deseja trabalhar em agência precisa ter um perfil muito forte de criação e optar pelo bacharelado em comunicação com ênfase em publicidade e propaganda. Outra possibilidade é entrar em um curso de administração, que abre um campo amplo e a oportunidade para uma especialização em Marketing. Esse aluno tenderá a se tornar um gestor na área, trabalhando com o desenvolvimento do produto ou serviço, do preço e da distribuição no ponto de venda”, afirma Marcelo Guedes, Chefe do Departamento de Marketing da ESPM-Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Design em alta
O mercado vem absorvendo também alguns profissionais formados em Design, quando há uma especialização na área de desenvolvimento de produto. São valorizadas suas habilidades criativas e sua sensibilidade para tendências no mercado e mudanças no comportamento do consumidor. Eles costumam perceber esses movimentos com mais facilidade por estarem sempre atentos ao mundo das artes.

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Coaching, educação

O que é coaching educacional e como ele pode te ajudar?

Há algum tempo venho falando sobre a educação inclusiva, sua importância, seus benefícios e, também, sobre a falta de preparo de educadores, famílias, instituições de ensino e da própria sociedade para lidar com a diversidade e atuar de forma efetiva na inclusão. Hoje quero destacar, não somente a importância do educador no processo de inclusão, mas também a do profissional da educação preparado, disposto e pronto para a ação transformadora.

Coaching
Coaching
Atualmente, as instituições de ensino ficam “amarradas” aos protocolos, metodologias e currículos impostos e possuem pouca autonomia e flexibilidade para trabalhar. Com isso, acabam por fazer o básico, o mínimo pela educação em nosso país, deixando de inovar, buscar soluções, muitas vezes, simples, para tornar a educação uma ferramenta de qualidade, eficaz e realmente para todos. A falta de recursos também é um grande problema, tendo em vista o estado das escolas públicas no Brasil, principalmente no interior, nas áreas rurais, na região Norte e Nordeste do país etc.
Os educadores seguem o mesmo caminho. Normalmente se queixam da instituição, do governo, mas acabam se conformando com a “falta de tudo” e deixam de assumir sua posição questionadora de educador. E quando digo questionadora, não estou me referindo somente aos questionamentos externos, ao governo, à instituição, à sociedade, mas aos internos, principalmente. A grande maioria não se pergunta se pode fazer mais e como.
Diante de escolas e educadores despreparados, de famílias desconectadas da escola e de indivíduos excluídos, ainda que dentro da escola, surge a necessidade de se encontrar, desenhar um novo caminho para a educação brasileira. Neste sentido, a atuação de consultores e coaches educacionais vêm crescendo, à medida que as novas necessidades de uma sociedade em rede vão aumentando e se avolumando dentro e fora da escola.
Há algum tempo falei sobre as novas gerações e sua postura diante da educação e das formas arcaicas da atual escola se fazer presente em sua vida. Uma atitude mais conectada, que procura exemplos reais, ou seja, conexão com a realidade e, principalmente, unir vivências, tecnologias e metodologias atrativas e que os torne mais independentes e autônomos no processo de aprendizagem, colaborando ativamente com a construção do conhecimento coletivo, em rede. E isso reforça a necessidade de se atualizar, se preparar, tanto do educador, como da instituição de ensino.
Por isso, ao falar de consultoria e coaching educacional, devemos sair da mesmice, “pensar fora da caixa”, ou seja, não é aquela consultoria educacional que vemos por tantas vezes acontecer dentro das instituições, que só reforça o que é determinado e minimiza a atuação do aluno, buscando uniformizar e padronizar a educação.
Um consultor ou coach educacional, neste novo milênio, deve estar em busca da união da escola com a sociedade, da individualização/personalização do processo educacional, aliando o atendimento a diversos estilos de aprendizagem, demandas sociais, necessidades especiais às atividades de integração, comunicação e interação, diminuindo o efeito homogeneizante da atual educação, em prol de uma educação para todos.
Ao realizar uma consultoria ou coach, este profissional deve:
Analisar a escola profundamente, compreender de forma mais completa os alunos, suas famílias, a sociedade em que estão inseridos e o contexto em que vivem;
Buscar nas ações, metodologias e tecnologias existentes e até já utilizadas pela escola, educadores e alunos, mesmo que fora da instituição, uma forma de transformar a situação de aprendizagem, alternar o foco educacional, construir objetivos mais consistentes e práticas mais condizentes com aquele público atendido, aquela sociedade e as demandas existentes.
Aplicar e analisar os resultados alcançados, as mudanças, a satisfação dos envolvidos e a efetividade do ensino e dos objetivos educacionais para reforçar e melhorar os pontos positivos e reduzir o impacto dos negativos, mudando o que for necessário par atingir os objetivos traçados.
Para tanto, é preciso um estudo aprofundado de outras questões, como recursos financeiros, tecnológicos, humanos, o espaço, o tempo e conseguir aliar uma metodologia conectada com o aluno, a realidade e tecnologias adaptáveis, num ambiente flexível e mutante. Só assim será possível construir uma nova escola que atenda às necessidades das pessoas e, ao mesmo tempo, forme cidadãos plenos, conscientes e preparados para este novo mundo e sua diversidade!
Por Dolores Affonso  – coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).
educação, Relacionamento

A Chave do Marketing Educacional é o Relacionamento

Recorrentemente falo que Relacionamento é a palavra de ordem em Marketing Educacional. E recorrentemente também lembro-me e leio e indico este artigo do respeitado Ryon Braga ao qual tive o prazer de trabalhar à algum tempo atrás e desde então, meados dos anos 2010 quando ele também escreveu este artigo, vejo que muita coisa ainda é atual, pertinente e pior, sem uso por parte das Instituições de Ensino.
A chave do Marketing de Relacionamento
A chave do Marketing de Relacionamento
Leiam:

Rejeitado no passado e aclamado no presente, o marketing nas instituições de ensino ainda está longe de ser trabalhado adequadamente. O recente crescimento da “preocupação com o marketing” por parte dos dirigentes educacionais, não vem se traduzindo em melhores resultados para as escolas. Acontece que, na prática, muitos dirigentes ainda estão confundindo marketing com propaganda e estão investindo muito em propaganda (geralmente mal feita) e pouco em marketing.

A maior parte das escolas investe seus exíguos recursos nas rotineiras “campanhas de matrículas” ou campanhas para captação de alunos na época da matrícula. Se este é o seu caso, será interessante que você aprenda um pouco mais sobre marketing educacional.
Acontece que, para captar novos alunos, é preciso entender mais a fundo a dinâmica do mercado educacional. Como não há mais crescimento populacional nas classes econômicas A e B, a cada ano há o mesmo número de crianças aptas a entrar na escola, porém o número de vagas e escolas cresce continuamente, causando uma diluição da demanda de alunos. Este processo intensifica o fluxo migratório de alunos de uma escola para outra (concorrente), sensibilizados pelo apelo de preço, descontos, localização ou qualidade.

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