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Lançamento da Revista Educacional On-line Educacio

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A Revista On-Line Educacional Gênesis nasceu de um sonho da escritora e educadora Lilian Fernandes: transformar o mundo por meio da Educação!

Estive no lançamento na Casa das Rosas no último dia 18 e também tive o prazer de escrever um texto falando um pouco sobre Marketing.

A Revista integra os diversos âmbitos da Educação e traz matérias e conteúdos inovadores, críticos e reflexivos, além de proporcionar aos leitores novas possibilidades de aprendizagens.

Foi uma honra e um grande prazer prestigiar o evento e participar do projeto, juntos conseguimos sim, realizar mais e melhor.

A Educacional Gênesis Editora, responsável pela edição e publicação da revista, tem o compromisso de ser mais sustentável, apostando no crescente mercado editorial on-line.

Lilian Fernandes é uma super querida, empreendedora associada à rede EGSP – Empreendedoras da Grande SP, está totalmente alinhada com o nosso propósito de fomentar o empreendedorismo feminino. Conheci tantas educadoras maravilhosas, tantas pessoas do bem, que não teve como deixar em branco e não vir aqui registrar esse momento.

A cerimônia foi conduzida pela narradora de histórias, Camila Genaro, presidente da Academia Brasileira de Contadores de Histórias, a qual superrecomendo. Maravilhosa!

Lilian Fernandes, CEO da Educacional Gênesis Editora, homenageou aos colunistas e a jornalista e produtora  Dapnhe Andreoni, responsável pelo projeto gráfico e edição, com a entrega de certificados, flores e um brinde. 

 

Conheça a Revista em: http://www.lilianfernandesescritora.com.br/2017/01/24/revista-on-line-educacional-genesis/#sthash.zW09YQ68.dpuf

Contato e patrocínios:
Fone: (11) 4890-2238
Whatsapp: (11) 95735-5561

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Comissão de Educação proíbe publicidade em escolas

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Img: EBC

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2640/15, do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que proíbe a promoção de qualquer atividade com conteúdo comercial nas escolas públicas e particulares de ensinos fundamental e médio.

 

A vedação vale para publicidade, divulgação de produtos, serviços, marcas ou empresas, independentemente do meio utilizado.

A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/96) na parte que define a finalidade da educação básica.

Vulnerabilidade
Relatora na comissão, a deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP) defendeu a aprovação da matéria. Ela destacou que o Código de Defesa do Consumidor, o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entre outras normas, reconhecem a vulnerabilidade da criança diante da propaganda comercial.

“Quando meninos e meninas são expostos a isso nos espaços escolares, os efeitos são ainda mais patentes”, disse a parlamentar.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Fonte: Agência Câmara
Reportagem: Emanuelle Brasil
Edição: Marcelo Oliveira
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Capacitação “Marketing Estratégico em IES” terá início dia 1º de agosto

 

Universidade Corporativa Semesp inicia novo curso EAD em parceria com a FIA

 O Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior inicia no próximo dia 1º de agosto o curso a distância “Marketing Estratégico em IES”, em parceria com a Fundação Instituto Administração (FIA). O curso, com uma carga horária de 18 horas, visa capacitar os profissionais para aplicação de conceitos, práticas, técnicas e ferramentas gerenciais mais atualizados em Marketing.

marketing-estrategico“O objetivo desse curso é preparar os profissionais de marketing para ocupar níveis hierárquicos superiores, além de introduzir os participantes na discussão de conceitos considerados ainda de fronteira da ciência no campo de marketing estratégico”, adianta o coordenador da Universidade Corporativa Semesp, prof. Dr. Marcio Sanches.

Segundo Sanches, podem participar da capacitação profissionais da área de marketing que atuam em Instituições de Ensino Superior e buscam reciclagem e especialização, que trabalham em outras áreas da IES, mas que percebem a necessidade do conhecimento sobre Marketing Estratégico e ingressantes na área marketing em IES que precisam adquirir os conhecimentos necessários para o desempenho das novas funções.

Os principais conceitos do curso serão explicados com ênfase em videoaulas. As aulas terão dinâmica muito próxima das presenciais e o material de apoio será exclusivo para o curso, associado aos vídeos. O tutor Riccardo V. Morici auxiliará o aluno na resolução de dúvidas. Os Quizzes fixarão o conteúdo e reforçarão a aprendizagem. O Fórum estimulará debates, troca de ideias e conhecimento. Já o estudo de caso, apresentado durante o curso, fará com que o aluno teste na prática o que aprendeu na teoria, formulando um plano estratégico de marketing para captar e reter alunos. 

O conteúdo do curso é dividido em: Marketing Estratégico: Marketing–Natureza das necessidades do cliente ao valor percebido e relevância; Processo de gestão de Marketing, esferas estratégicas e táticas; segmentação de mercado, seleção de alvo e posicionamento; estratégias para novos mercados e mercados correntes; Mix de Marketing: uma visão panorâmica; decisões de produto, preço e distribuição; Plano de Marketing – consolidação das decisões tomadas como guia de ação. Marketing estratégico aplicado às IES: estudos de caso.

“A FIA entra com a produção, operacionalização e certificação dos cursos e o Semesp completa as aulas com mais duas horas de cases específicos do ensino superior”, explica Carlos Eduardo Furlanetti, diretor de cursos do LabFin Provar, da FIA. Segundo Furlanetti os cursos da FIA em EAD são dinâmicos e têm como vantagens “um aprendizado para adquirir conhecimento aplicado no dia a dia melhorando resultados; cursos considerados no índice da Financial Times com os melhores das 30 maiores escolas do país e ainda um modelo que privilegia aulas com mestres e doutores renomados e otimamente avaliados em cursos presenciais”.

Serviço:
Marketing Estratégico em IES
Início: dia 1º de agosto

Inscrições
Informações: universidadecorporativa@semesp.org.br
Telefone: (11) 2069-4444.
Associado Semesp: R$ 540,00
Não-associado: R$750,00

 

Prof. Riccardo V. Morici – é mestre em Business Administration pela Ohio University, em História da Ciência, com foco na História do Marketing, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. É pós-graduado em General Management pela Havard Business School. MBA Corporativo pela FGV. MBA Executivo Internacional pela FGV. CEAG (especialização em Administração de Empresas) com ênfase em Marketing pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo – EAESP-FGV. Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli-USP. Professor dos cursos de pós-graduação e MBA da Fundação Instituto de Administração – FIA para as disciplinas de Marketing Estratégico, Gestão de Marketing, Gestão de Marketing no Varejo e Planejamento Estratégico.
Sobre a Universidade Corporativa Semesp
Criada em junho de 2014, pelo Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior, a Universidade Corporativa Semesp tem como objetivo capacitar e qualificar os profissionais de instituições de ensino superior, difundindo conhecimentos, técnicas e valores considerados fundamentais para o sucesso do ensino superior no Brasil. Desde sua criação já formou e capacitou cerca de 200 profissionais.
Portal: www.uc.semesp.org.br
 Atendimento à Imprensa: Ana Purchio/ 11 2069-4419 / imprensa@semesp.org.br

 

Inteligência Competitiva, Uncategorized

Inteligência Competitiva Educação: A corrida das empresas pela sala de aula do futuro

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Escolas e universidades já testam o uso de tablets, games e óculos de realidade virtual

SÃO PAULO – Depois de fazer quase 200 aquisições pelo País nos últimos dez anos, movimentando, por baixo, R$ 13 bilhões, as companhias privadas de educação disputam agora uma corrida tecnológica. A transformação da sala de aula em um ambiente digital é uma das saídas encontradas pelas empresas para aproveitar as sinergias criadas pela formação de grandes grupos donos de redes de escolas e universidades. O conteúdo online é facilmente replicável, mas, para acessá-lo, a sala de aula tradicional precisa ser adaptada.

Escolas e universidades brasileiras já testam o uso de tablets, games e óculos de realidade virtual no processo de ensino. As empresas de material didático estão criando versões multimídia de seu conteúdo e se preparam para vendê-los por assinatura. Em algumas salas de aula, o data show se transformou em uma TV conectada, capaz de trocar mensagens com os alunos. E há estudos de como montar bancos de dados sobre os estudantes para “prever” como eles se comportam e oferecer um conteúdo virtual personalizado.

O movimento é estratégico para as empresas de educação. A Kroton, maior empresa de educação do País, comprou no fim de 2015 a startup de tecnologia Studiare. Segundo o vice-presidente de inovação e negócios da Kroton, Paulo de Tarso, a Studiare vai dar suporte ao grupo para implementar uma solução chamada de “ensino adaptativo”, uma das principais tendências nos grupos privados. Por meio da tecnologia, o aluno terá acesso a conteúdos personalizados. Ele poderá, por exemplo, assistir a uma aula virtual de contabilidade e resolver questões online. Se o resultado mostrar que ele errou os cálculos, será direcionado a uma aula de reforço de matemática.

“Para o nosso negócio ser sustentável no longo prazo, temos de entregar um profissional de qualidade ao mercado. E precisamos da tecnologia para fazer isso com viabilidade financeira. Do contrário, a conta não fecha para o acionista”, diz Tarso.

Para reforçar o projeto de ensino adaptativo, a Kroton faz pesquisas com a aplicação de games na educação e ferramentas de “big data” que permitem entender o comportamento do aluno e fornecer conteúdo personalizado.

Na Anima Educação há testes de currículos interdisciplinares, baseados em modelo de aula presencial e à distância. “A tecnologia permitirá personalizar a educação, mas com estratégia de massa”, diz Rafael Ávila, diretor de inovação da Anima. “Acreditamos que o aluno assume um papel mais ativo no processo de ensino e o professor, de orientador.”

Na prática, o investimento em tecnologia viabilizará cursos universitários híbridos, parte presencial e parte virtual. “Há uma diluição forte do custo fixo, já que o maior custo das universidades é com professores. Isso trará ganho de margem”, diz a analista de Educação da Fator Corretora, Juliana Heimbeck.

Para ela, investimentos em “ensino adaptativo” também trarão resultados para as empresas com a melhoria do desempenho dos alunos. “A evasão ainda é forte e uma das causas é a dificuldade em aprender”.

Por trazerem redução de custo, Juliana não espera que os projetos de tecnologia dos grupos privados sejam cortados em meio à crise e à diminuição da verba no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A consultoria PwC registrou 77 aquisições no setor de Educação em três anos. “Agora, os grupos de ensino básico devem seguir essa tendência que já é forte no ensino superior”, diz Alessandro Duarte, sócio da PwC. Para ele, o investimento em tecnologia é vital para integrar unidades e gerar ganhos de escala.

Fonte: MARINA GAZZONI – O ESTADO DE S. PAULO, 24 Janeiro 2016 | 22h 00 – Atualizado: 25 Janeiro 2016 | 11h 47. Foto: Clayton de Souza/Estadão

educação, Relacionamento

A Chave do Marketing Educacional é o Relacionamento

Recorrentemente falo que Relacionamento é a palavra de ordem em Marketing Educacional. E recorrentemente também lembro-me e leio e indico este artigo do respeitado Ryon Braga ao qual tive o prazer de trabalhar à algum tempo atrás e desde então, meados dos anos 2010 quando ele também escreveu este artigo, vejo que muita coisa ainda é atual, pertinente e pior, sem uso por parte das Instituições de Ensino.
A chave do Marketing de Relacionamento
A chave do Marketing de Relacionamento
Leiam:

Rejeitado no passado e aclamado no presente, o marketing nas instituições de ensino ainda está longe de ser trabalhado adequadamente. O recente crescimento da “preocupação com o marketing” por parte dos dirigentes educacionais, não vem se traduzindo em melhores resultados para as escolas. Acontece que, na prática, muitos dirigentes ainda estão confundindo marketing com propaganda e estão investindo muito em propaganda (geralmente mal feita) e pouco em marketing.

A maior parte das escolas investe seus exíguos recursos nas rotineiras “campanhas de matrículas” ou campanhas para captação de alunos na época da matrícula. Se este é o seu caso, será interessante que você aprenda um pouco mais sobre marketing educacional.
Acontece que, para captar novos alunos, é preciso entender mais a fundo a dinâmica do mercado educacional. Como não há mais crescimento populacional nas classes econômicas A e B, a cada ano há o mesmo número de crianças aptas a entrar na escola, porém o número de vagas e escolas cresce continuamente, causando uma diluição da demanda de alunos. Este processo intensifica o fluxo migratório de alunos de uma escola para outra (concorrente), sensibilizados pelo apelo de preço, descontos, localização ou qualidade.

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Campanha

Cesar Cielo participa de Campanha do Vestibular UNISAL 2015

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O atleta Cesar Augusto Cielo Filho, medalhista de ouro nos 50 metros livre e bronze, nos 100 metros dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, é a estrela da Campanha do Vestibular 2015 do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo.

A campanha tem como mote o reconhecimento e fortalecimento da identidade da Instituição, que é Confessional, Católica-Salesiana, tendo como um de seus propósitos, possibilitar a reflexão do público jovem por uma escolha que irá influenciar todo o seu futuro profissional. Além disso, a campanha pretende estimular a decisão por uma Instituição tradicional e que esta escolha seja acertada, por um curso que ele goste, para se assim ele possa se tornar um exemplo como profissional.

O Departamento de Comunicação e Marketing iniciou a procura por um Ex-Aluno que ajudasse a realizar estes propósitos e que também auxiliasse na propagação institucional da marca e do slogan publicitário “Esse é o Caminho” criado pela Agência Arte Brasil. Após inúmeras pesquisas com vários Ex-Alunos Salesianos, chegou-se ao nome deste atleta de alta performance, Cesar Cielo.

“Pensamos no Cielo porque além dele ter feito parte da nossa história Salesiana como aluno, é uma pessoa que percorreu o caminho rumo aos seus objetivos, conquistando realizações pessoais e profissionais, tornando-se um exemplo para o esporte brasileiro e para aquelas pessoas que acreditam na realização de seus sonhos”, informa a Coordenadora de Comunicação e Marketing do UNISAL, Luciana Palhete. “Tivemos conhecimento de uma pesquisa da Agência de Marketing Digital, Namosca, que aponta que o Cielo é a celebridade mais admirada pelos jovens. Cielo também foi apontado pela Revista Época, em 2009, como um dos 100 brasileiros mais influentes. Criamos várias peças na internet e mídias sociais, filme para a TV e cinemas, spots para rádios e anúncios em mídia impressa  que levarão o nome e a imagem do Cielo, as peças trazem sempre a hastag #esseéocaminho como o “caminho” para o nosso hotsite da campanha, o que tem tudo a ver com  o perfil do nosso público-alvo que se identifica com esta linguagem”, complementa Luciana.

O UNISAL está com inscrições abertas para o Vestibular 2015. A primeira prova tradicional acontecerá em 19 de outubro em sete Campi de suas Unidades nas cidades de Americana, Campinas, Lorena e São Paulo, onde conta com uma Unidade na região da zona norte da capital paulista. São mais de 35 cursos de graduação, com o lançamento de alguns cursos, como Engenharia Civil (Campinas/São José) e Curso Superior de Tecnologia em Design da Moda (Americana).

Inscrições: www.unisal.br/vestibular

Agenda Vestibular 2015 Inscrições: de 08 de setembro a 17 de outubro de 2014 Prova: 19 de outubro de 2014 Taxa de inscrição: R$ 40,00

Sobre o UNISAL O Centro Universitário Salesiano de São Paulo está presente no mercado desde 1997 como Centro Universitário. Sua história começou bem antes, em 1952, com a abertura da Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciência e Letras na cidade de Lorena/SP. Hoje conta com Unidades em Americana, Campinas – polo de Pós-Graduação em Lorena – e os polos de Pós-Graduação em Pindamonhangaba e São José dos Campos, e São Paulo. O UNISAL ministra cursos de Graduação, Pós-Graduação lato sensu e stricto sensu e Extensão.  A Instituição pertence às IUS – Instituições Universitárias Salesianas – presentes em mais de 77 países da América, Europa, Ásia, África e Oceania.

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Onde está o aluno?

Cresceu o montante de recursos alocados pelas instituições em atividades de comunicação e marketing em 2011 em relação ao ano anterior. Apesar do uso ainda intenso das mídias tradicionais (impressos, rádio e televisão), é cada vez mais crescente o investimento em canais de comunicação on-line e na comunicação direta e dirigida aos públicos capazes de influenciar nas decisões dos estudantes, como professores e administradores de escolas de ensino médio, pais e gestores de RH de empresas. Com uma gama enorme de oportunidades, a maior aposta das instituições de ensino superior recai em estratégias cada vez mais dinâmicas e profissionalizadas para se fazer presente nos ambientes frequentados pelo seu público-alvo – os estudantes.

Na Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), as ações de comunicação dirigida a escolas e empresas recebem 85% da verba de marketing (dos 15% restantes, metade vai para a mídia na internet). A ESAMC mantém equipes próprias para a realização dessas ações em suas quatro unidades em diferentes cidades. “Via palestras e distribuição de materiais, essas equipes interagem com alunos, professores e diretores de escolas e empresas”, detalha Luiz Gracioso, presidente da ESAMC. E o investimento massivo no relacionamento direto e dirigido não é à toa. Gracioso conta que em 2012 a instituição recebeu cerca de 4,5 mil novos alunos, índice 50% superior ao do ano passado.

Além do contato direto, os projetos de relacionamento recebem ainda o reforço das mídias digitais. Um exemplo disso é a plataforma Rede Infinita criada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) para estimular os contatos acadêmicos – e aberta também a quem não tem vínculos com a instituição.

De acordo com Otávio Fernandes, gerente de marketing da Unisinos, a mídia de massa segue válida como ferramenta de fixação da marca da instituição, e dos valores a ela associados. “Mas trabalhamos com diferentes tipos de público, e não faz sentido nos comunicarmos com eles usando sempre os mesmos meios, daí as ações de relacionamento, que servem também para fidelizar quem já é nosso aluno”, ele ressalta.

Momento da socialização
A febre das redes sociais que atinge pessoas de todas as gerações não deixou imune as instituições de ensino, criando aí um outro espaço de relacionamento com os estudantes e possíveis novos alunos. Entre as instituições que apostam no uso intenso das redes sociais estão as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), onde as mídias digitais já recebem algo entre 15% e 20% das verbas de comunicação, e cuja presença nas mídias sociais manifesta-se não somente nas páginas colocadas nas grandes redes abertas – caso do Facebook -, mas também via criação de uma rede privada, dirigida a seus ex-alunos. “Através de redes sociais, conseguimos tanto o relacionamento quanto a divulgação de nossas ações”, destaca Marcus Aquenaton, gerente de marketing da FMU.

Também o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal) investe nas mídias sociais. Para isso, contratou recentemente uma agência especializada em internet que trabalha conjuntamente com a agência de publicidade pela qual é atendido. “Pesquisas mostram que cerca de 70% de nosso público básico está nessas redes”, justifica Luciana Palhete, coordenadora de marketing do Unisal. As mídias digitais (e as próprias redes sociais) são empregadas pelo Unisal também como palco de realização de ações promocionais.

Além disso, este ano o Unisal passou a investir em ações mobile, enviando mensagens SMS para inscritos e potenciais inscritos no processo seletivo. “Para o próximo ano, nosso planejamento já prevê o lançamento de aplicativos para smartphones e tablets”, revela Luciana.

Mesmo no atual contexto de acentuada expansão do uso da comunicação dirigida e do relacionamento on-line, as mídias mais tradicionais ainda mantêm um papel relevante de investimento no setor educacional, especialmente a televisão como meio de comunicação de massa. “Ela fala diretamente com as massas, com o público de classes C e D”, exemplifica Denise Caruso, diretora de grupo de contas da Ogilvy One. Embora reconheça a crescente significância de canais como internet e a comunicação direta, Denise sugere investir num “mix comunicacional” para atingir vários públicos.

A mídia impressa, no entanto, é o meio que mais tem perdido espaço na comunicação com os jovens, que cada vez mais usam apenas a internet para se informar. “Analisamos muito o retorno de nossos investimentos e percebemos que, considerando o retorno da mídia em jornal e revistas, ela é ainda mais cara”, ressalta Luciano de Melo, diretor de marketing do Centro Universitário São Camilo. Melo conta que, ao investir na publicidade impressa, priorizam anunciar em revistas focadas no público jovem e, no caso de jornais, escolhem basicamente aqueles distribuídos gratuitamente. A aposta do São Camilo é ampliar a destinação de recursos para a comunicação digital e nas ações de relacionamento direto.

Outros públicos
Além dos alunos, as ações de relacionamento direto também focam outros grupos, como o de pais e formadores de opinião. Para os pais dos candidatos ao vestibular, por exemplo, o Centro Universitário Belas Artes promove, em uma data anterior ao processo seletivo, um evento composto por café da manhã, palestras e apresentações. “Pais são formadores de opinião muito poderosos, especialmente nas camadas de renda mais elevada”, destaca Luciano de Melo, do São Camilo.

Outras iniciativas ainda são exploradas pelas instituições de ensino como forma de dar visibilidade para a marca. O Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge) adotou o projeto Cine Cena Unijorge, no qual patrocina uma sala de cinema em Salvador, onde, além de expor a marca, desenvolve ações de relacionamento. “Criamos programações e eventos que são de interesse de outros professores e alunos, com sessões de filmes que de alguma forma se relacionam com o vestibular”, conta Gabriela Tourinho, gerente de Marketing do Unijorge. Também de forma diferenciada, no âmbito das mídias digitais, outra maneira adotada pela instituição para atrair novos públicos é o game desenvolvido especialmente para o Facebook.

Gabriela enfatiza que as instituições devem hoje se comunicar através das mais diversas alternativas . “Num mundo em que as pessoas voltam a estudar com 60 anos, ou começam um curso aos 16, tal diversificação dos investimentos em comunicação é extremamente importante”, ressalta.

A necessidade de manter vários canais para a comunicação com os alunos é referendada por Leandro Freitas, gerente de Comunicação e Marketing do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. “Para falar com o jovem, por exemplo, hoje utilizamos muito a comunicação digital, além da realização de eventos”, conta Freitas. A instituição também prioriza ações de relacionamento com professores, por meio do Fórum de Educação.

Por enquanto ações de relacionamentos desse gênero quase sempre complementam a comunicação desenvolvida via mídias convencionais, mas elas tendem a assumir um papel cada vez mais relevante. “Os projetos de relacionamento permitem dar apoio aos jovens em uma época cheia de incertezas”, justifica Luciana do Unisal.

Perfomance na rede
Com o uso crescente das mídias digitais uma nova ferramenta para dar visibilidade à instituição ganha força: os sistemas de busca na web. Dedicado ao marketing de performance, Thiago Bacchin, CEO da agência Cadastra, indica incrementar uma campanha no sistema de buscas do Google, por exemplo, agregando ao mecanismo de links patrocinados a presença em sites parceiros do buscador. Porém, tal investimento deve ter como base um bom site, para onde serão canalizados os internautas que acessam a instituição via sistemas de busca. “É preciso um site bem estruturado, e suficientemente atrativo para fazer os internautas preencherem cadastros e disponibilizarem dados para posteriores contatos”, complementa. Segundo ele, embora usadas para gerar resultados imediatos, buscas podem também fortalecer marcas. “Aquelas sempre destacadas nas buscas são associadas pelos internautas a posições de liderança”, diz.

Evolução das verbas
Indicadores revelam evolução nos investimentos destinados este ano para a comunicação e marketing no ensino superior. Um levantamento informal realizado pela Confraria de Marketing Educacional mostra crescimento entre 10% e 15% em relação a 2011. “E em 2012 deve haver incremento similar”, prevê Mekler Nunes, presidente da Confraria. De acordo com estudo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), as instituições destinam às atividades de comunicação e marketing uma média de 2,9% da receita líquida. Com relação à natureza acadêmica, são as faculdades que mais gastam com mídia (3%); os centros universitários destinam 2,4% da receita para a comunicação; e as universidades, 1,7%.

Fonte: revistaensinosuperior.uol.com.br