pdv, treinamento, varejo, venda

Treinamento é fundamental.

Preciso partilhar com vocês um fato que ocorreu comigo ao visitar uma grande loja de departamentos ontem.

Um fato constante tem acontecido comigo, sou récem-casada e coincidência ou não, o fato de completar um ano de casada, me fizeram passar para o patamar dos eletromésticos rebeldes, que são aqueles que “manifestam falta de interesse profissional”, ou seja, quebra e pronto! Será que meus pais estão certos? “Eletrodomésticos do passado duravam mais! Os de hoje, duram 1, no máximo, 2 anos”.

Bom, o fato é que a sanduicheira, o aspirador de pó, a lavadoura e até a minha chapinha, vejam bem, como pode isso? pararam de funcionar. Ontem resolvi sair para comprar alguns deles que não valem a pena o conserto.

Andando pelo shopping, me deparei com uma bela vitrine, decorada, bem chamativa, com os descontos atraentes em sua linha de eletrodomésticos. Na verdade não havia pensado em realizar a compra ali, pois tinha em mente que aquela grande loja de departamentos era boa em cama, mesa e banho, vestuário… mas percebi que havia ali uma promoção atraente, o que fiz? Entrei!

Entre mantas, cobertores, cortinas e pijamas, consegui encontrar a seção de eletros. O pequeno e entulhado espaço das “chapinhas” e das sanduicheiras ali estavam no corredor central da loja. Fiquei feliz! É hoje, pensei! Mas essa felicidade foi tão momentânea…. me vi com inúmeras marcas, modelos, qualificações que confesso não ter me imaginado nessa situação. Para quem me conhece, tenho o cabelo “relativamente” liso, com pequenas “ondas” que me atormentam, e por isso achei que não precisaria de curso de especialização para comprar uma simples chapinha.

Percebi então que precisaria de uma ajuda profissional… fui à busca de uma vendedora. Onde? Ali? Cadê? Gente, quase 20 minutos aguardando…

A funcionária designada pela sub-gerência ao pronunicar suas primeiras frases deixou claro que sabia menos que a minha sobrinha de 6 anos, que diga-se de passagem, tem cabelo liso!

Ficamos eu, ela e meu marido e com seu olhar peculiar, olhando inúmeras caixas, especificações técnicas para tentar encontrar um atributo que compensasse a aquisição por uma determinada caixa. Que caixa! Depois de muitas caixas abertas, quase 1 hora depois, consegui chegar a uma veredito: a minha chapinha com 180graus super-especial-mega-bluster!

O despreparo, a falta de treinamento eram visíveis, a funcionária começou a tremer, mal sabia o que significavam aqueles nomes “gringos” que ela mesmo mencionou. E o pior, a superior imediata, a sub-gerente, também não ajudou muito.

Ai me pergunto: como uma grande loja, marca solidificada no mercado, “abre as portas” da suas lojas para uma promoção específica e não qualifica o mínimo necessário de seu corpo funcional? Vitrines super bem decoradas, atraentes e na hora do fechamento da venda, vendedoras que mal sabem a diferença de 150 para 180 graus… “water”, não sei quem é esse homem não moça! !!!!!

Não estou questionando um super treinamento, mas gente, quando resolvi um dos problemas e tentei adquirir ouvi um: basta! Era meu marido colocando um ponto final da história: “pelo amor, não vamos gastar mais 50  minutos para comprar a sanduicheira né?” o problema se alastrava em quase todos os setores/departamentos da loja. Como assim? Como pode?

Onde andam os promotores tão importantes nos Pdv´s? Onde andam os Rh´s dessas empresas? Isso me fez lembrar de uma outra loja de departamentos que deixa seus colaboradores com um super-hiper crachá identificando-os em fase de treinamento e ao lado de cada um, um tutor o segue a todo canto da loja.

Não sou especialista em varejo, sei que hoje grandes empresas investem sim em treinamento, em reciclagem, em capacitação, mas fica aqui o alerta: tem muita gente que pensa que o simples fato de “gastar” com comunicação visual e vitrinismo basta, não basta! Por mais que o público tenha acesso às tecn0ologias modernas, que os hábitos mudaram etc, muitos precisam sim de um auxilio pessoal.  A redução de funcionários ou de treinamento aos mesmos gera, ao meu ver, uma falsa e ilusória economia. Acham que comprarei a lavadora lá?

Comentem sobre o assunto. Especialistas, quero ouví-los.

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marketing

Como deveríamos ser chamados?

Há tempos ouço e participo dessa discussão. Qual o nome mais apropriado para os que trabalham com Marketing? Já que nossa profissão não é regulamentada. Recentemente a Revista Exame noticiou que mais uma fez, o Projeto de Lei que tratava do assunto e haviam cinco anos que estava arquivado, foi reapresentado pelo Deputado Federal Felipe Bornier (PHS-RJ). O Projeto de Lei número 1944/07  foi aprovado pela Comissão de Trabalho em julho de 2010, mas ainda tem longo caminho a percorrer até a sanção presidencial.

Diz a Exame que esse PL gerou polêmica entre os profissionais principalmente no que diz respeito a impossibilidade de outros profissionais exercerem a carreira sem serem diplomados em Marketing.

Qual sua opinião sobre isso?

E o nome do profissional, quer opiniar? Responda a enquete.

marketing, Pessoal

Quando me apaixonei pelo Marketing

Foi quase sem querer.

Estava no fim de um grande job de comércio eletrônico, trabalhando em conjunto com uma grande equipe de Marketing que a profissional de internet se transformou em Profissional de Marketing. Foi assim, rápido e ligeiro.

Iniciei rapidamente um curso de especialição em Marketing e não o largei mais.

E porque tanta paixão?

Porque planejar, pensar no mercado, articular, contribuir para o crescimento e rentabilidade de uma organização são algumas, nas inúmeras “possibilidades” dessa área.

Então, aqui estou eu: uma paulitana que ama o que faz e, na medida do possível, vai trazer alguns temas para conversarmos aqui nesse espaço.

Grande abraço a todos.