branding, Campanha, comunicação, marketing

Como não amar uma marca assim?

Não é de hoje que o trabalho da DM9DDB para a Johnson’s vem emocionando consumidores. Cases como Hello My Name Means, que fez a marca entrar na vida de um bebê antes de seu nascimento, e A Sinfonia da Vida, que transformou um ultrassom em sinfonia, exemplificam bem isso. Agora, a marca resolveu homenagear a “mãe de mil filhos”.

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O filme homenageia as enfermeiras, representadas por Maria Inês, que trabalha numa UTI Neonatal há 24 anos. A profissional guarda com carinho detalhes dos muitos bebês que passaram por sua vida durante o tempo que estiveram sob seus cuidados. Gêmeos, quadrigêmeos, pré-maturos, nomes e medidas, são lembranças da protagonista do filme. Sem filhos biológicos, Maria nutre uma grande curiosidade em saber como estão esses bebês depois de crescidos.

A grande surpresa do filme é exatamente o encontro da enfermeira com seus “filhos”. De acordo com a DM9, o álbum de fotos com os detalhes de todos os pequenos que passaram pela vida da enfermeira serviu de inspiração para o filme. No topo de um prédio na cidade de Porto Alegre, Maria Inês teve a oportunidade de reencontrar muitos de seus “filhos” ao lado de fotografias antigas projetadas nos prédios ao redor.

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design thinking, educação, empreendedorismo

Primeira escola brasileira de design thinking

Vejam que legal a matéria do Draft sobre a primeira escola de Design Thinking do Brasil!

Inovação para um mundo melhor: este é o modelo de sucesso da primeira escola de Design Thinking do Brasil

Renata Reps
Ricardo e Juliana, os fundadores da escola.
Ricardo e Juliana, os fundadores da escola.

“Nós acreditamos profundamente que dá para criar negócios incríveis sem investir um centavo.” A máxima de Ricardo Ruffo, 32, que juntamente à companheira de vida e de carreira Juliana Proserpio, 29, fundou a primeira Escola de Design Thinking  do Brasil, é de causar borboletas no estômago de todo empreendedor em início de trajeto. Ricardo e Juliana contam como chegaram até aqui de forma rápida, certeira e objetiva. Parece, realmente, que não têm um segundo a perder – e se tiverem, vão aproveitá-lo da melhor forma possível.

Ricardo é administrador de empresas e Juliana é designer. Apesar das duas carreiras não serem exatamente parecidas, os dois tinham muita vontade de abrir um negócio juntos. Juliana deu o passo inicial: em seus estudos pessoais, ela devotava uma atenção especial ao design thinking e ao design estratégico. Porém, no estúdio em que trabalhava, não havia muito espaço para colocar esse tipo de interesse em prática.

Na mesma época, Ricardo fazia um curso de extensão na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi lá também que, um dia, ele ouviu falar desse “tal” de design thinking, e ligou na hora para compartilhar a descoberta com Juliana. Foi neste momento que os dois interesses se encontraram e eles viram que era possível aplicar o conceito a novos negócios que se abriam e à resolução de problemas sociais, que era o que mais desejavam, como diz Juliana:

“Queremos resolver questões reais da sociedade, como a questão da água em São Paulo, ou propor formas concretas de melhorar a vida de pacientes com câncer. Queremos projetos que tenham uma necessidade social envolvida”

Mas o que é, exatamente, design thinking? “É um acelerador de inovação. Um processo centrado no ser humano que resolve problemas complexos a partir de uma abordagem criativa que busca olhar uma situação por diferentes pontos de vista”, explica a designer.

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