educação, Relacionamento

A Chave do Marketing Educacional é o Relacionamento

Recorrentemente falo que Relacionamento é a palavra de ordem em Marketing Educacional. E recorrentemente também lembro-me e leio e indico este artigo do respeitado Ryon Braga ao qual tive o prazer de trabalhar à algum tempo atrás e desde então, meados dos anos 2010 quando ele também escreveu este artigo, vejo que muita coisa ainda é atual, pertinente e pior, sem uso por parte das Instituições de Ensino.
A chave do Marketing de Relacionamento
A chave do Marketing de Relacionamento
Leiam:

Rejeitado no passado e aclamado no presente, o marketing nas instituições de ensino ainda está longe de ser trabalhado adequadamente. O recente crescimento da “preocupação com o marketing” por parte dos dirigentes educacionais, não vem se traduzindo em melhores resultados para as escolas. Acontece que, na prática, muitos dirigentes ainda estão confundindo marketing com propaganda e estão investindo muito em propaganda (geralmente mal feita) e pouco em marketing.

A maior parte das escolas investe seus exíguos recursos nas rotineiras “campanhas de matrículas” ou campanhas para captação de alunos na época da matrícula. Se este é o seu caso, será interessante que você aprenda um pouco mais sobre marketing educacional.
Acontece que, para captar novos alunos, é preciso entender mais a fundo a dinâmica do mercado educacional. Como não há mais crescimento populacional nas classes econômicas A e B, a cada ano há o mesmo número de crianças aptas a entrar na escola, porém o número de vagas e escolas cresce continuamente, causando uma diluição da demanda de alunos. Este processo intensifica o fluxo migratório de alunos de uma escola para outra (concorrente), sensibilizados pelo apelo de preço, descontos, localização ou qualidade.

Continue lendo “A Chave do Marketing Educacional é o Relacionamento”

Anúncios
Uncategorized

Cielo é do Cesar!

Cesar Cielo 

A Justiça decretou, em primeira instância, a nulidade da marca Cielo e que a credenciadora de cartões deixe de utilizar a marca 180 dias após o fim da disputa judicial com o nadador Cesar Cielo. A Justiça acatou a alegação de que o sobrenome da família do atleta foi apropriado de forma indevida pela empresa. Procurada, a Cielo disse que se trata de uma decisão em primeira instância e que vai recorrer. A empresa funciona como plataforma de pagamentos para as bandeiras Visa, Master e American Express no Brasil.
Cielo
Para a juíza da 13ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Márcia Maria Nunes de Barros, a Cielo “tinha total conhecimento da notoriedade do nome do autor” e que o fato de o atleta ter conhecimento do uso da marca idêntica ao seu nome, ou mesmo de ter celebrado contrato de imagem com a empresa, não implica em uma autorização implícita. O nadador afirma que a empresa se apropriou de seu nome depois de fechar um contrato de uso de imagem, no período dos Jogos Olímpicos de 2008.

 

A empresa argumenta que Cielo é uma palavra que está no dicionário, tanto no espanhol quanto no italiano. A estratégia para a escolha da marca foi para marcar uma nova fase dos negócios, segundo a companhia, e a ideia era fazer uma associação com ‘o céu é o limite’. A contratação do nadador, explicou a companhia, ocorreu exatamente pela coincidência do sobrenome com a palavra escolhida para a marca. A sentença, no entanto, diz que se a credenciadora não tivesse atrelado a marca ao atleta, ela poderia usar o argumento de que a escolha se deu por conta do significado da palavra nos idiomas citados. “Mas ela inequivocamente o fez, e deve arcar com o ônus de sua imprudente escolha”, diz a decisão. A decisão, da 1ª instância, impõe que a empresa deixe de usar a marca Cielo passados 180 dias do trânsito em julgado da decisão, ou seja, quando não houver mais a possibilidade de recursos. Nesse caso, a pena será de multa diária de 50 mil reais. Bolsa — Após a decisão, as ações da empresa de meios de pagamento Cielo caíam 6,5% na Bovespa, fechando cotadas a 38,58 reais. (Com Estadão Conteúdo)