marketing, varejo, venda

Até as líderes mudam….

E não é que a Coca-Cola mudou? Ou melhor, percebeu o quanto uma marca, mesmo forte, grande precisa estar atenta as necessidades e adequadas ao publico…

Coca-Cola

Sim, a Coca-Cola estava preocupada com a crise na Austrália e criou uma estratégia pouco provável de ser pensada tempos atras `personalizaram` a logo com nomes de simples mortais consumidores. Com um video dinâmico, a proposta deu certo.

Veja o vídeo abaixo:
Vídeo da Coca-Cola na Austrália

Por isso que sempre comento com os amigos, qualquer semelhança nao eh mera coincidência…. Nosso Banco do Brasil já `personalizou` suas agencias em uma bela campanha tentando aproximar o Banco dos clientes-pessoas físicas, lembram?

Anúncios
Uncategorized

Empresas investem em vídeo na internet

Adoro vídeos… tirando a paixão pessoal, precisamos estar mais atentos, veja recém artigo publicado pelo Estadão…

Para reforçar marca, companhias criam canais próprios online, com transmissões ao vivo.

MARINA GAZZONI – O Estado de S.Paulo

A campanha de estreia da marca Devassa, que trazia como garota-propaganda a socialite Paris Hilton, foi a prova para a Schincariol da força que um vídeo pode ganhar na internet. Lançada em fevereiro de 2010, e proibida de ser transmitida em TV aberta, a campanha se tornou um dos vídeos mais vistos do YouTube na época.

A partir de experiências como a da Schin, várias empresas brasileiras, atentas ao hábito de consumidores de assistir a vídeos online, começam a criar canais de vídeo próprios na internet para trabalhar suas marcas.

Um levantamento da produtora TV ao Vivo aponta que 46% das 50 maiores empresas brasileiras têm um canal corporativo no YouTube. “É pouco comparado a outros países. As limitações da banda larga no Brasil impediram o desenvolvimento desses canais nos últimos anos. As empresas ainda estão ensaiando como usar o vídeo na web”, diz o presidente da TV ao Vivo, Adriano Pellicciari.

O tráfego de vídeos online deve responder por 76% da movimentação de dados na web no Brasil em 2015, segundo estimativas da Cisco. Se a projeção se confirmar, 169 bilhões de minutos estarão na rede brasileira em 2015, um salto ante os 29 bilhões de minutos que trafegaram no Brasil em 2010.

O primeiro passo das marcas nesse movimento foi a criação de canais corporativos, os chamados “branded channels” em páginas como YouTube ou Vimeo para inserir os vídeos de campanhas para a televisão. Mas, aos poucos, elas testam novas formas de conversar com o consumidor e lançam vídeos específicos para a web.

Para potencializar patrocínios a eventos, as companhias começaram a experimentar transmissões ao vivo pela internet coordenadas com redes sociais. No carnaval deste ano, por exemplo, a seleção da nova garota-propaganda Devassa foi transmitida ao vivo pelo Facebook e conseguiu uma audiência de 100 mil internautas. “Em 2012, queremos nos aproximar ainda mais do mundo digital e produzir vídeos relevantes para motivar as pessoas a compartilhar esse conteúdo”, disse o coordenador de web do grupo Schincariol, João Martins.

Já o Boticário, patrocinador da última edição do São Paulo Fashion Week, convidou nomes da moda como Glória Kalil e o fotógrafo J.R. Duran para comentar ao vivo as tendências da próxima estação – os vídeos foram transmitidos pelo Facebook.

Serviços. Aos poucos, as empresas estão aprendendo que só divulgar um vídeo com uma campanha não basta. A regra é entender o que interessa ao consumidor e oferecer no seu canal.

Para incentivar a cultura de degustação de cervejas, a Eisenbahn, marca premium da Schincariol, convidou um consultor em bebidas para gravar vídeos sobre harmonização de cervejas e pratos. Os internautas podem acompanhar a transmissão ao vivo e enviar perguntas ao especialista.

A Lojas Renner pesquisou o que mais interessa aos seus consumidores para oferecer no seu blog corporativo, o Estilo Renner. “A maioria dos nossos clientes é mulher. E percebemos que elas se interessam em receber dicas de moda”, disse a gerente de marketing corporativo da Lojas Renner, Luciane Fransciscone.

A internet já estava cheia de blogs de anônimas que conquistaram uma audiência invejável para qualquer grande empresa ensinando leitoras a combinar peças e se maquiar. A Renner convidou as blogueiras para gravar vídeos para o Estilo Renner, que também tem um canal próprio no YouTube. “O nosso consumidor está buscando conteúdo na internet. Se a Renner ficar de fora, deixa de alcançar esse cliente”, disse Franciscone.

Segundo ela, a empresa contratou a agência de comunicação digital 3yz e criou uma equipe interna para gerenciar a presença da marca na web e redes sociais. Há reuniões semanais para avaliar a repercussão de cada inserção feita pelos canais corporativos da empresa, como posts no Facebook ou vídeos divulgados no canal do YouTube.

Público interno. A primeira experiência da marca O Boticário com TV corporativa foi voltada para comunicação interna. A empresa entrou em um consórcio para utilização de redes de satélites para aprimorar seu sistema de comunicação nas lojas. Assim, viu a oportunidade de criar um canal de TV fechado para a comunicação com seus franqueados.

“Temos programas de treinamentos e de variedades, com dicas de maquiagem, moda e cultura”, disse a gerente de trade marketing do Boticário, Maria Flores. A empresa também usa o canal para motivar a equipe. No fim do ano, traz funcionários que se destacaram para participar de um programa de auditório, com presença de celebridades.

Há um ano e meio, o Boticário ampliar para fora de casa a experiência com sua TV interna e a oferecer conteúdo similar em seus canais na internet. Agora, a tendência é aumentar a oferta de conteúdo nas plataformas móveis, como smartphones e tablets.
Fonte: O Estado de São Paulo