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Acredito que um profissional de Marketing deva desenvolver a habilidade de olhar a partir do olhar do outro.

Muitas vezes o cliente nem sabe o que quer ou precisa, mas se estivermos a ele conectados, essa sensibilidade permitirá o sucesso em qualquer trabalho.

Sou apaixonada pelo que faço e quero mais. Como diz o mestre #Kotler “Aprender Marketing leva um dia, infelizmente aplicar e dominar leva uma vida!”. É por isso que estou aqui!
#bora #Marketing #amo #amoMkt

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Comissão de Educação proíbe publicidade em escolas

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Img: EBC

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2640/15, do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que proíbe a promoção de qualquer atividade com conteúdo comercial nas escolas públicas e particulares de ensinos fundamental e médio.

 

A vedação vale para publicidade, divulgação de produtos, serviços, marcas ou empresas, independentemente do meio utilizado.

A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/96) na parte que define a finalidade da educação básica.

Vulnerabilidade
Relatora na comissão, a deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP) defendeu a aprovação da matéria. Ela destacou que o Código de Defesa do Consumidor, o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entre outras normas, reconhecem a vulnerabilidade da criança diante da propaganda comercial.

“Quando meninos e meninas são expostos a isso nos espaços escolares, os efeitos são ainda mais patentes”, disse a parlamentar.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Fonte: Agência Câmara
Reportagem: Emanuelle Brasil
Edição: Marcelo Oliveira
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Capacitação “Marketing Estratégico em IES” terá início dia 1º de agosto

 

Universidade Corporativa Semesp inicia novo curso EAD em parceria com a FIA

 O Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior inicia no próximo dia 1º de agosto o curso a distância “Marketing Estratégico em IES”, em parceria com a Fundação Instituto Administração (FIA). O curso, com uma carga horária de 18 horas, visa capacitar os profissionais para aplicação de conceitos, práticas, técnicas e ferramentas gerenciais mais atualizados em Marketing.

marketing-estrategico“O objetivo desse curso é preparar os profissionais de marketing para ocupar níveis hierárquicos superiores, além de introduzir os participantes na discussão de conceitos considerados ainda de fronteira da ciência no campo de marketing estratégico”, adianta o coordenador da Universidade Corporativa Semesp, prof. Dr. Marcio Sanches.

Segundo Sanches, podem participar da capacitação profissionais da área de marketing que atuam em Instituições de Ensino Superior e buscam reciclagem e especialização, que trabalham em outras áreas da IES, mas que percebem a necessidade do conhecimento sobre Marketing Estratégico e ingressantes na área marketing em IES que precisam adquirir os conhecimentos necessários para o desempenho das novas funções.

Os principais conceitos do curso serão explicados com ênfase em videoaulas. As aulas terão dinâmica muito próxima das presenciais e o material de apoio será exclusivo para o curso, associado aos vídeos. O tutor Riccardo V. Morici auxiliará o aluno na resolução de dúvidas. Os Quizzes fixarão o conteúdo e reforçarão a aprendizagem. O Fórum estimulará debates, troca de ideias e conhecimento. Já o estudo de caso, apresentado durante o curso, fará com que o aluno teste na prática o que aprendeu na teoria, formulando um plano estratégico de marketing para captar e reter alunos. 

O conteúdo do curso é dividido em: Marketing Estratégico: Marketing–Natureza das necessidades do cliente ao valor percebido e relevância; Processo de gestão de Marketing, esferas estratégicas e táticas; segmentação de mercado, seleção de alvo e posicionamento; estratégias para novos mercados e mercados correntes; Mix de Marketing: uma visão panorâmica; decisões de produto, preço e distribuição; Plano de Marketing – consolidação das decisões tomadas como guia de ação. Marketing estratégico aplicado às IES: estudos de caso.

“A FIA entra com a produção, operacionalização e certificação dos cursos e o Semesp completa as aulas com mais duas horas de cases específicos do ensino superior”, explica Carlos Eduardo Furlanetti, diretor de cursos do LabFin Provar, da FIA. Segundo Furlanetti os cursos da FIA em EAD são dinâmicos e têm como vantagens “um aprendizado para adquirir conhecimento aplicado no dia a dia melhorando resultados; cursos considerados no índice da Financial Times com os melhores das 30 maiores escolas do país e ainda um modelo que privilegia aulas com mestres e doutores renomados e otimamente avaliados em cursos presenciais”.

Serviço:
Marketing Estratégico em IES
Início: dia 1º de agosto

Inscrições
Informações: universidadecorporativa@semesp.org.br
Telefone: (11) 2069-4444.
Associado Semesp: R$ 540,00
Não-associado: R$750,00

 

Prof. Riccardo V. Morici – é mestre em Business Administration pela Ohio University, em História da Ciência, com foco na História do Marketing, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. É pós-graduado em General Management pela Havard Business School. MBA Corporativo pela FGV. MBA Executivo Internacional pela FGV. CEAG (especialização em Administração de Empresas) com ênfase em Marketing pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo – EAESP-FGV. Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli-USP. Professor dos cursos de pós-graduação e MBA da Fundação Instituto de Administração – FIA para as disciplinas de Marketing Estratégico, Gestão de Marketing, Gestão de Marketing no Varejo e Planejamento Estratégico.
Sobre a Universidade Corporativa Semesp
Criada em junho de 2014, pelo Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior, a Universidade Corporativa Semesp tem como objetivo capacitar e qualificar os profissionais de instituições de ensino superior, difundindo conhecimentos, técnicas e valores considerados fundamentais para o sucesso do ensino superior no Brasil. Desde sua criação já formou e capacitou cerca de 200 profissionais.
Portal: www.uc.semesp.org.br
 Atendimento à Imprensa: Ana Purchio/ 11 2069-4419 / imprensa@semesp.org.br

 

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Como o Marketing pode ajudar a superar a crise?

No texto anterior aqui desta coluna falei com vocês sobre as ferramentas de Marketing que você pode utilizar. Independente do tamanho do seu empreendimento, as regras não mudam, elas são adaptáveis ao seu tamanho e modelo de negócio. Comece pequeno, estabeleça parcerias, faça algo! Não fique pensando que “isso não é ou não funciona pra mim”, que “não tenho dinheiro para isso” etc…

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Realizo mentorias às mulheres empreendedoras que se superam a todo o momento, que achavam não ser possível empreender com sucesso, pois se viam limitadas ou porque não tinham dinheiro, mas com o tempo elas acabam percebendo que o que as limitavam eram elas mesmas, sua baixa estima e visão deturbada de si e do seu negócio.

Com as ferramentas de Marketing adequadas ao perfil do seu público consumidor, tente sempre inovar, fazer diferente e traçar objetivos possíveis de serem alcançados e sempre de maneira contínua.

Quero trazer hoje uma reflexão do grande nome do Marketing brasileiro, Prof. Marcos Cobra, que comentou recentemente em uma entrevista que em épocas de crise há quatro pilares para sustentar os negócios que permeiam o Planejamento de Marketing:

1 – Conexão Emocional – fale direto ao coração do consumidor;

2 – Experiência Imersiva – proporcione experiências únicas, ofereça produtos e serviços que levem o consumidor ao êxtase;

3 – Atendimento ao Cliente – ouça o cliente, respeite e o atenda em todas as sua reivindicações;

4 – Competência Organizacional – as empresas precisam investir em treinamentos para aprimoramento e desenvolvimento de novas competências em seus funcionários.

Compreende que para colocar em prática estes pilares você não precisa investir dinheiro e sim em atitude e talvez mudança de comportamento?

Eu complementaria dizendo que as lideranças empreendedoras também têm de buscar continuamente o aperfeiçoamento e aprimoramento de novas competências. Hoje na internet muita coisa pode ser aprendida, verifique o que você pode aprender de novo para implementar no seu negócio.

Coloque em prática todas as suas habilidades, desenvolva novas e importantes competências para o seu negócio. Chega de fazer mais do mesmo. Reivente-se e creia em você, só assim você sairá da inércia empreendedora!

 

Avante!

Bons negócios.

 

Luciana Palhete

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Desmistificando o Marketing para Empreendedoras

Hoje apresento a vocês um texto publicado no site da Rede Empreendedorismo de Salto. Acompanho o trabalho das Patricia Alves e das meninas do ABC de São Paulo e gentilmente fui convidada a escrever este texto com o objetivo de ajudar a esclarecer  à mulher empreendedora sobre o que é Marketing. Compartilho com vocês minha pequena contribuição.

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Antes de conceituar o que é Marketing preciso falar para você que publicidade, propaganda, vendas, promoção e descontos, programas de fidelização, relacionamento, redes sociais não são Marketing. Todas essas ações são ferramentas voltadas à satisfação das necessidades de seu público consumidor, mas para atendê-las precisamos construir estratégias de maneira sistemática.

Estas estratégias voltadas às necessidades do público-alvo consumidor, ou seja, quem você quer e precisa atingir, chamamos de Marketing, uma área do conhecimento surgida no início do Séc XX nos Estados Unidos da América, que consolida-se a partir de processos que atendam os objetivos de mercado da sua empresa, organização, empreendimento.
Posso resumir dizendo que Marketing é estudo de mercado. Um estudo detalhado que analisa além do perfil do público-alvo que você quer satisfazer, o local e o ponto onde seu negócio está atuando, o preço, a concorrência, os pontos fortes e fracos do seu negócio, as oportunidades e as ameaças que podem atrapalhar suas estratégias, tudo dentro de um cronograma sistemático de atuação e controle.
Marketing planeja, desenvolve e analisa os resultados, sendo eles positivos ou negativos, e a partir destas análises cria novas estratégias para alcançar os objetivos, principalmente os voltados à manutenção dos clientes conquistados. Diga-se de passagem, este é um dos maiores desafios do Marketing, manter este cliente ativo!

Costumo dizer que o profissional de Marketing tem de ter uma visão ampliada do negócio, entender de administração, economia, ter bom senso estético, ter sempre a tecnologia com sua aliada e ser um bom comunicólogo para desenvolver com maestria todas as atividades necessárias de sua profissão.
Mas como você pode, como pequena empreendedora, por exemplo, aplicar o Marketing no seu negócio?
Nos últimos dois ou três anos tenho auxiliado pequenas e pequenos empreendedores a realizarem Marketing e a primeira dica que posso dar a você que não conta com uma estrutura de Marketing é o conhecimento, busque conhecimento!

Leia artigos, livros, blogs especializados, e-books (livros gratuitos disponibilizados por sites especializados na internet); participe de palestras e treinamentos, há vários gratuitos ou a um baixo valor de investimento – fique atenta!; troque experiências com outras pessoas empreendedoras; teste, não tenha medo de experimentar – com responsabilidade é claro, avalie o que não impactará negativamente a imagem do seu negócio e experimente – se errar, analise, aperfeiçoe, empreenda e tente novamente.
E a última dica é: continue acompanhando esta coluna.
Trarei vários temas do Marketing para contribuir com o crescimento desta rede empreendedora. Estarei sempre pensando em vocês, mulheres superempreenderas que precisam fazer acontecer!

Avante!
Bons negócios.

Luciana Palhete

O texto original pode ser lido no site – http://empreendedorismodesalto.com.br/marketing-empreendedor/32-desmistificando-o-marketing

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O mercado de moda plus size no Brasil

Quero compartilhar com vocês um artigo muito interessante do Marcelo Prado do  IEMI – Inteligência de Mercado que divulga dados sobre o segmento de moda plus size.

As “minhas meninas” sabem como é difícil comprarmos roupas, o mercado tem crescido, mas vocês vão ler que esta pesquisa aponta que apenas 1,5% do mercado total de roupas. 1,5%! Nicho! Super nicho!!! Quem sabe assim conseguiremos diminuir as diferenças preconceituosas do mercado!

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Leiam a seguir:

Já há algum tempo que tenho lido matérias referentes à importância e a atratividade do mercado de moda Plus Size, no Brasil, onde são citadas muitas estimativas diferentes sobre o seu potencial de consumo, sem, entretanto, o devido respaldo de uma pesquisa aprofundada e criteriosa, acerca das reais dimensões desta relativamente nova linha de produtos.

Diante desta dúvida e do crescente interesse das indústrias de moda por este novo nicho, o IEMI, através do seu painel de pesquisa anual, resolveu assumir o ônus de mensurar a produção de roupas Plus Size, no país, o que vem sendo feito desde 2013. Com a consistência dos dados já comprovada (foram três anos de trabalho para podermos chegar lá), esta é a primeira vez que julgaram oportuno divulgá-los).

O primeiro desafio para conseguir obter uma visão mais precisa deste segmento, sem dúvida nenhuma, foi a definição de um critério claro sobre o que poderia ser classificado como Moda Plus Size. Afinal, sabemos que a fabricação de roupas de “tamanhos grandes” sempre existiu no vestuário, mas nem tudo o que é tamanho grande refere-se à Moda Plus Size, aqui caracterizada pelo desenvolvimento e comercialização de uma coleção específica, pensada e desenvolvida para as mulheres e os homens mais “gordinhos”.

De acordo com este critério, muitos dos produtos que já são ofertados em “tamanhos grandes”, como meias, roupas íntimas, roupas para prática de esportes etc., não foram considerados nessa análise, até porque, em muitos casos, destinam-se a consumidores grandes, ou altos, mas que estão longe de serem “gordinhos”, como por exemplo, jogadores de vôlei e de basquete, praticantes de fisiculturismo etc.

Dessa forma o estudo se concentrou no lançamento de coleções de roupas externas femininas e masculinas (tops e bottons, de uso casual ou social), destinadas a uma fatia cada vez maior da população brasileira, que se encontra acima do peso recomendado, mas que nem por isso abrem mão de se vestirem bem.

Ao todo, o estudo conseguiu identificar ao menos 492 indústrias de confecção, no Brasil, equivalentes a 2,5% do total dos estabelecimentos em atividade no setor, que já desenvolvem coleções específicas para o segmento Plus Size (conforme o critério descrito nesta coluna), com uma produção anual em torno de 45 milhões de peças em 2015, e receitas levemente superiores a R$ 1,0 bilhão de reais (valores líquidos, sem impostos). No varejo, se incluídos os impostos, fretes e o mark up dos lojistas, estamos falando de um valor próximo a R$ 2,5 bilhões, em vendas anuais.

Embora já represente valores consideráveis, o segmento corresponde hoje a apenas 1,5% das vendas totais da linha de roupas externas femininas e masculinas, o que mostra que ainda se encontra muito aquém do seu verdadeiro potencial, principalmente se considerarmos que mais da metade da população brasileira se encontra acima do peso, atualmente.

Por si só, isso já explicaria a alta taxa de crescimento que vem sendo registrada na produção e comercialização destes produtos, no país, mesmo em meio à forte crise que se abateu sobre o mercado de moda no último ano. Para se ter uma ideia, de 2013 a 2015, o segmento avançou nada menos que 7,9% em volumes de peças e quase 13% em receitas nominais.

 

. Indicadores Setoriais

A produção da indústria do vestuário teve aumento de 16,7% no mês de fevereiro de 2016, quando comparado ao mês anterior. No acumulado do ano (jan/fev), segundo a pesquisa industrial mensal do IBGE, o índice registrou queda de (-)9,6% no período e de (-)9,7% nos últimos 12 meses no volume físico produzido.

O índice de vendas no varejo (volume) de vestuários teve recuo de 15,1% no mês de fevereiro em relação ao mês anterior, no ano, acumula queda de 12,0% e de (-)9,7% na variação nos últimos 12 meses. O valor das importações reduziu em 47,9% no primeiro trimestre de 2016 sobre o mesmo trimestre do ano anterior. A taxa média câmbio no primeiro trimestre de 2016 encontrasse em alta (R$ 3,9123), a expectativa é que o valor dessas importações se reduza significadamente ao longo do ano, beneficiando assim a indústria brasileira. Essas importações somaram US$ 434,0 milhões entre janeiro a março de 2016.

As exportações brasileiras de vestuários alcançaram US$ 26,4 milhões no ano, com diminuição de (-)8,2% em relação ao primeiro trimestre de 2015, apesar da elevação recente do câmbio, dando claras demonstrações de recuperação neste indicador, demandará tempo e muito trabalho para gerar os frutos desejados.

Segundo o IBGE, os preços do vestuário no varejo cresceram 0,69% no mês de março de 2016, acumulando 5,94% nos últimos 12 meses.

Conjuntura do Setor de Vestuário no Brasil
1. Produção, emprego, preços (%) No mês No ano Últimos 12 meses
. Produção física volumes (fevereiro/16) 16,7% -9,6% -9,7%
. Vendas no varejo em volumes (fevereiro/16) -15,1% -12,0% -9,7%
. Vendas no varejo em valores (fevereiro/16) -14,9% -6,8% -5,9%
. Preços ao consumidor (março/16) IBGE (1) 0,69% 0,69% 5,94%
2. Comércio Exterior (US$ 1.000) Jan – Mar 16 Jan – Mar 16 Variação (2)
. Exportação (março/16) 28.764 26.396 -8,2%
. Importação (março/16) 833.117 434.025 -47,9%
. Saldo (Exportação – Importação) (dezembro /15) -804.353 -407.629 -49,3%
Fontes: IBGE / SECEX – Elaboração IEMI
Notas: (1) IPCA – Índice de preços ao consumidor amplo da cesta de produtos de vestuário – Brasil
           (2) Variação de janeiro a março de 2016 contra janeiro a março de 2015
 Assinatura: Marcelo V. Prado é sócio-diretor do IEMI – Inteligência de Mercado, e membro do Comitê Têxtil da FIESP .
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Ética na Era Digital no III Fórum de Comunicação e Marketing da ANEC

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Amigos e amigas a ANEC – Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza de 11 a 13 de maio, o III Fórum Nacional de Comunicação e Marketing, no Colégio Damas, em Recife (PE).  O evento vai promover a troca de experiências entre os profissionais da área, com informações sobre ética, direito, marcas, marketing digital, design Thinking, redes sociais e outros.

“Ética na Era Digital” foi o tema escolhido para esta edição que traz na programação palestras e workshops. Estas oficinas serão voltadas para elaboração de cerimonial, planejamento do marketing digital, dicas para sobreviver nas Redes Sociais e design thinking.

Forum Mkt ANEC22222O tema principal será ministrado pela coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação, Martha Gabriel. As duas outras palestras irão tratar sobre “Direito Digital” ministrado pelo assessor jurídico da Associação das Religiosas da Instituição Cristã e membro do GT de Assessores da ANEC, Sr. Helder Nascimento e “O lado bom da força: Marcas e Éticas na era digital” ministrada pela publicitária e jornalista, Izabela Domingues.

O evento é voltado para profissionais de comunicação: jornalistas, assessores de Imprensa/comunicação, gestores de comunicação e marketing, designers, web designers, atendimento publicitário, analistas de redes sociais, relações institucionais, publicitários, produção audiovisual, professores/pesquisadores da área de comunicação, analista de marketing e gestores de instituições de educação.

Inscrições e mais informações em: http://www.anec.org.br/comunicacaoemarketing – Inscreva-se até  6 de maio. As vagas são limitadas!

 

Participarei da mesa-redonda do último dia. Espero vocês lá!