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O que fazem os jovens nas horas de descanso?

Filmes, séries e programas de TV são indispensáveis como lazer para 78% dos estudantes

Uma pesquisa realizada pela rede social Passeidireto.com indica que 78% dos 5 mil entrevistados gostam de ficar no sofá e em frente à telinha – seja da TV, computador ou tablet – assistindo séries, filmes e programas preferidos. Outros 65% dos universitários, sendo maioria entre 18 e 24 anos, atualizam a playlist e ouvem música sozinhos, 39% deles preferem sair com os amigos e 32% escolhem viajar.

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Quando falamos da telona, 44% curtem ir ao cinema. Tem aqueles que não abandonam os livros nem na hora do descanso e 58% deles preferem ler, enquanto 47% estão ligados no videogame. Como a grana é curta no período de faculdade, somente 19% dos jovens vão a restaurantes e teatro, mesmo com a meia-entrada.

A ideia da pesquisa é entender melhor como os universitários usam o tempo livre e um dado interessante que observamos é que muitos deles continuam conectados. Usam o computador para estudar e seguem na plataforma para refrescar a mente“, declara Daiane Dias, coordenadora de Relacionamento com o Cliente do Passeidireto.com.

Os serviços de lazer
Como o Passeidireto.com percebeu o lazer preferido dos estudantes, a rede resolveu estender a pesquisa e quis saber o quê e como eles assistem.
O computador é o campeão na hora de esquecer os estudos, com 93% dos entrevistados conectados por ele, seguidos de 91% no celular, 66% na televisão e 25% no tablet. A pesquisa aponta que o rádio é importante para 18% de entrevistados na hora do descanso.

Quando o assunto é o uso e a importância dos serviços para o lazer, os aparelhos eletrônicos são indispensáveis para se distrair para 68% dos entrevistados. Os serviços de streaming influenciam 43% dos estudantes contra 25% dos serviços de TV paga.

A programação queridinha está em assistir filmes em geral, com 10%. Entre as séries, Game of Thrones é a mais assistida representada por 6%, tendo Orange is the New Black e Grey”s Anatomy na cola com 5% e 4%, respectivamente.

Para os que usam a internet para programar viagens, 46% entram online e compram passagens e 40% fecham hospedagem; 23% deles usam para conferir promoções e comparar preços.

Apesar dos diversos interesses em descansar na frente de um produto eletrônico, 33% dos participantes confessaram ficar de uma a duas horas por semana dedicando o tempo à principal atividade de lazer, mas 32% se entregaram e disseram ficar mais de seis horas semanais.

A Passeidireto.com é uma rede acadêmica para universitários, que tem como missão conectar alunos e seus conhecimentos. Desde 2012 no ar, o Passeidireto.com já concentra 7 milhões de usuários, está presente em mais de 2,5 mil universidades do Brasil e em 4 anos de existência já recebeu R$ 27,5 milhões em aporte. Por meio da rede, os estudantes podem se conectar uns aos outros, seguir disciplinas específicas, compartilhar materiais de estudo e trocar mensagens. 
Confira todos os detalhes da pesquisa no link: http://www.singcomunica.com.br/passeidireto-com-revela-o-que-os-universitarios-fazem-nas-horas-vagas/

 

empreendedorismo, geração y

Diferenças e semelhanças entre os empreendedores das gerações X e Y

Com 40 anos, Maurício Cascão faz parte da chamada geração X, junto com seus contemporâneos que também nasceram entre as décadas de 60 e 70. Aos 24 anos, Felipe Cataldi integra o grupo da geração Y, o dos nascidos nos anos 80 até meados dos anos 90. Em comum entre eles, está a dedicação ao negócio próprio. E, em tempos em que as características dessas duas gerações são constantemente confrontadas, o Boa Chance ouviu alguns representantes delas para entender quais são as vantagens e desvantagens de empreender em suas idades.

 Geracoes X e Y

Guilherme Freire e Clóvis Souza têm em comum a vida à frente da própria empresa, mas eles não são da mesma geração e contam qual a diferença de gerir um negócio aos 28 e aos 43 anos. Divulgação.

Para Cascão, a vida de empresário ainda é muito recente. Há dois anos, depois de seguir carreira corporativa em companhias de tecnologia da informação, ele se viu pronto para tomar um rumo diferente e assumir sua própria empresa. À beira dos 40, tornou-se sócio da Mandic, empresa de computação em nuvem que oferece soluções de armazenamento de dados sem precisar da instalação de servidores. Apesar de ter atuado a vida inteira na área de TI, sentia-se (quase) como um marinheiro de primeira viagem. Quase.

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A Geração Y e as IES

Nesses 10 anos trabalhando em departamentos de Comunicação e Marketing de Instituições de Ensino Superior (IES), tornou-se mais do que usual realizar e responder perguntas do tipo “quem é o seu (no caso, o nosso) público-alvo?”. E, felizmente, essa questão vem sendo levantada com cada vez mais frequência por gestores de todas as áreas das IUS.

No entanto, atualmente, informações consideradas básicas sobre o aluno, como onde mora, faixa salarial, onde trabalha etc, são fundamentais para que possamos ter acesso a características desse público.

Mas, é de extrema importância saber como esse educando se comporta no ambiente familiar e profissional, o que o estimula, o que ele gosta de fazer nas horas de folga, como ele aprende e como se comunica. Vejo que muitos ainda não sabem responder quem é de fato o público-alvo.

Sem possuir respostas para essas questões, os gestores de instituições de ensino ficam a mercê do mercado avassalador que se constituiu nos tempos atuais.

Por isso, quero lançar um holofote sobre o perfil do público geração Y, que está sentado aí, nas carteiras da mais diversificadas Instituições. Não há outra forma, eles são a nossa realidade e vão ditar as regras em um futuro não muito distante!

Se você gestor não sabe como se comporta, onde anda, o que gosta e o que faz essa geração nascida na década de 80, seu negócio está fadado à diminuição de número de alunos, pois, certamente, alguma outra Instituição próxima está levantando esses dados.

Fique atento, o alunado não é mais como as gerações passadas. Agora, quem está na sala de aula de sua Instituição é a Geração Y, que teve como antecessora a Geração X e que gosta de trabalhar em equipe, não se submete a realizar qualquer atividade que não tenha “sentido” à sua existência, tampouco fazem coisas por fazer.

São antenados em novas tecnologias e desenvolvem várias atividades simultaneamente. E, tudo isso é importante, pois você tem de saber, entender, aceitar e considerar em suas estratégias institucionais, comerciais e mercadológicas esse perfil dentro da Instituição.

A geração Y não tem medo de arriscar e por isso inovam e procuram sempre novos caminhos. De certa forma, isso pode nos prejudicar e muito na retenção de alunos também, pense nisso! Se muitos não se submetem a seguir carreira em que tenha que ter horário de entrada e saída do emprego, imagine nessa etapa, onde o horário de aulas engessado, maçante!

Claro, não falo em termos de libertinagem e bagunça, mas sim de uma flexibilidade maior, mesmo porque acredito que os valores da geração Y não são muito diferentes dos valores tradicionais, são apenas mais liberais em termos de cultura e de acessibilidade.

Eles ainda valorizam a honestidade, criatividade, família e sucesso. O que precisamos fazer é ver por uma perspectiva diferente, olhar pelos olhos deles.

Recentemente uma pesquisa da MTV Brasil, intitulada de “Dossiê Jovem”, entrevistou 2.154 pessoas entre 12 e 30 anos em São Paulo, no interior paulista, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Porto Alegre, publicada na Revista Veja SP, edição de 08 de dezembro de 2010, apontou que 90% dos jovens apontam a união familiar como o principal valor, e que 61% moram na mesma residência com a mãe.

Como a geração Y precisa criar, experimentar e por isso não gosta de se sentir presa (comportamento esse que já os qualificou como folgados, indisciplinados e insubordinados, mas a realidade é que esses jovens procuram fazer aquilo que lhes dá sentido), acredito que podemos pensar em algumas questões, como: “O conteúdo programático de sua Instituição atende, na medida permitida de nossa legislação, a essas características?”

“O seu planejamento de comunicação, contempla atividades e mídias de acordo com esse perfil?” “Redes sociais, mobilidade, multiplicidade de focos, interatividade fazem parte do dia-a-dia do seu alunado?”

É evidente, há que se mudar a forma de pensar e agir, conseguiremos caminhar juntos com essa geração, para assim estimular a troca, o respeito e a aprendizagem de maneira significativa.

Mas já preparando o terreno, porque em breve, quem estará sentando em nossos bancos escolares não será a tal geração Y, mas sim a atual e recém saída do forno, geração Z.
Bem-vindo a onda da geração “sopa de letrinhas”!

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Luciana Palhete é coordenadora de Comunicação e Marketing do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo e especialista em Administração em Marketing