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Jovem empreendedora dribla a crise e ajuda mulheres a ter uma renda extra

Em momentos de crise como o que o país vive hoje, são os criativos que se destacam e obtêm sucesso. E é isso que está acontecendo com uma estudante de Relações Públicas que encontrou a solução para a sua vida financeira com adesivos de unha. Ela criou um curso para dividir tudo que aprendeu sobre o assunto e tem ajudado milhares de mulheres a obterem uma renda extra.

Em momentos de crise como o que o país vive hoje, são os criativos que se destacam e obtêm sucesso. E é isso que está acontecendo com uma estudante de Relações Públicas de São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que encontrou a solução para a sua vida financeira com adesivos de unha.
Jovem empreendedora dribla a crise e ajuda mulheres a ter uma renda extra
Priscila Casagrande, hoje com 22 anos, é uma empreendedora por natureza, pois desde muito cedo buscou alternativas para aumentar a sua renda mensal. Apaixonada por moda, beleza e tudo que envolve o mundo feminino, aos 18 anos a jovem queria muito melhorar de vida. Foi então que uma amiga lhe apresentou esta oportunidade com os adesivos de unha . Insegura, investiu em cursos básicos e em materiais para iniciar esta prática.

Após muitas buscas, sentiu que a grande maioria dos cursos não possuíam informações valiosas para quem realmente quer ganhar dinheiro com a venda de adesivos de unhas.
Com pouco investimento Priscila conseguiu um bom lucro, e aos poucos foi mudando completamente sua vida financeira.

Mas a mudança não parou por aí, além do seu próprio sucesso, a empreendedora criou uma forma de ajudar as pessoas, que como ela também procuravam uma maneira de aumentar rua renda no final do mês e, de quebra, se divertir com uma arte prazerosa.

Foi então que ela tomou a decisão de criar o Nails Design Expert ­ Adesivos de Unha.

O curso tem como objetivo ensinar a fazer diferentes tipos de películas de unhas, com materiais dos mais variados e com qualidade garantida. O curso ainda vai além, ela ensinar a vender estas películas de unhas e a ganhar dinheiro de verdade.

Com atitudes como esta, além de mudar a sua própria vida financeira, ela tem como objetivo mudar a vida de muitas outras pessoas.

Website: http://nailsdesignexpert.com.br/

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Como o Marketing pode ajudar a superar a crise?

No texto anterior aqui desta coluna falei com vocês sobre as ferramentas de Marketing que você pode utilizar. Independente do tamanho do seu empreendimento, as regras não mudam, elas são adaptáveis ao seu tamanho e modelo de negócio. Comece pequeno, estabeleça parcerias, faça algo! Não fique pensando que “isso não é ou não funciona pra mim”, que “não tenho dinheiro para isso” etc…

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Realizo mentorias às mulheres empreendedoras que se superam a todo o momento, que achavam não ser possível empreender com sucesso, pois se viam limitadas ou porque não tinham dinheiro, mas com o tempo elas acabam percebendo que o que as limitavam eram elas mesmas, sua baixa estima e visão deturbada de si e do seu negócio.

Com as ferramentas de Marketing adequadas ao perfil do seu público consumidor, tente sempre inovar, fazer diferente e traçar objetivos possíveis de serem alcançados e sempre de maneira contínua.

Quero trazer hoje uma reflexão do grande nome do Marketing brasileiro, Prof. Marcos Cobra, que comentou recentemente em uma entrevista que em épocas de crise há quatro pilares para sustentar os negócios que permeiam o Planejamento de Marketing:

1 – Conexão Emocional – fale direto ao coração do consumidor;

2 – Experiência Imersiva – proporcione experiências únicas, ofereça produtos e serviços que levem o consumidor ao êxtase;

3 – Atendimento ao Cliente – ouça o cliente, respeite e o atenda em todas as sua reivindicações;

4 – Competência Organizacional – as empresas precisam investir em treinamentos para aprimoramento e desenvolvimento de novas competências em seus funcionários.

Compreende que para colocar em prática estes pilares você não precisa investir dinheiro e sim em atitude e talvez mudança de comportamento?

Eu complementaria dizendo que as lideranças empreendedoras também têm de buscar continuamente o aperfeiçoamento e aprimoramento de novas competências. Hoje na internet muita coisa pode ser aprendida, verifique o que você pode aprender de novo para implementar no seu negócio.

Coloque em prática todas as suas habilidades, desenvolva novas e importantes competências para o seu negócio. Chega de fazer mais do mesmo. Reivente-se e creia em você, só assim você sairá da inércia empreendedora!

 

Avante!

Bons negócios.

 

Luciana Palhete

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Desmistificando o Marketing para Empreendedoras

Hoje apresento a vocês um texto publicado no site da Rede Empreendedorismo de Salto. Acompanho o trabalho das Patricia Alves e das meninas do ABC de São Paulo e gentilmente fui convidada a escrever este texto com o objetivo de ajudar a esclarecer  à mulher empreendedora sobre o que é Marketing. Compartilho com vocês minha pequena contribuição.

marketing

Antes de conceituar o que é Marketing preciso falar para você que publicidade, propaganda, vendas, promoção e descontos, programas de fidelização, relacionamento, redes sociais não são Marketing. Todas essas ações são ferramentas voltadas à satisfação das necessidades de seu público consumidor, mas para atendê-las precisamos construir estratégias de maneira sistemática.

Estas estratégias voltadas às necessidades do público-alvo consumidor, ou seja, quem você quer e precisa atingir, chamamos de Marketing, uma área do conhecimento surgida no início do Séc XX nos Estados Unidos da América, que consolida-se a partir de processos que atendam os objetivos de mercado da sua empresa, organização, empreendimento.
Posso resumir dizendo que Marketing é estudo de mercado. Um estudo detalhado que analisa além do perfil do público-alvo que você quer satisfazer, o local e o ponto onde seu negócio está atuando, o preço, a concorrência, os pontos fortes e fracos do seu negócio, as oportunidades e as ameaças que podem atrapalhar suas estratégias, tudo dentro de um cronograma sistemático de atuação e controle.
Marketing planeja, desenvolve e analisa os resultados, sendo eles positivos ou negativos, e a partir destas análises cria novas estratégias para alcançar os objetivos, principalmente os voltados à manutenção dos clientes conquistados. Diga-se de passagem, este é um dos maiores desafios do Marketing, manter este cliente ativo!

Costumo dizer que o profissional de Marketing tem de ter uma visão ampliada do negócio, entender de administração, economia, ter bom senso estético, ter sempre a tecnologia com sua aliada e ser um bom comunicólogo para desenvolver com maestria todas as atividades necessárias de sua profissão.
Mas como você pode, como pequena empreendedora, por exemplo, aplicar o Marketing no seu negócio?
Nos últimos dois ou três anos tenho auxiliado pequenas e pequenos empreendedores a realizarem Marketing e a primeira dica que posso dar a você que não conta com uma estrutura de Marketing é o conhecimento, busque conhecimento!

Leia artigos, livros, blogs especializados, e-books (livros gratuitos disponibilizados por sites especializados na internet); participe de palestras e treinamentos, há vários gratuitos ou a um baixo valor de investimento – fique atenta!; troque experiências com outras pessoas empreendedoras; teste, não tenha medo de experimentar – com responsabilidade é claro, avalie o que não impactará negativamente a imagem do seu negócio e experimente – se errar, analise, aperfeiçoe, empreenda e tente novamente.
E a última dica é: continue acompanhando esta coluna.
Trarei vários temas do Marketing para contribuir com o crescimento desta rede empreendedora. Estarei sempre pensando em vocês, mulheres superempreenderas que precisam fazer acontecer!

Avante!
Bons negócios.

Luciana Palhete

O texto original pode ser lido no site – http://empreendedorismodesalto.com.br/marketing-empreendedor/32-desmistificando-o-marketing

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O mercado de moda plus size no Brasil

Quero compartilhar com vocês um artigo muito interessante do Marcelo Prado do  IEMI – Inteligência de Mercado que divulga dados sobre o segmento de moda plus size.

As “minhas meninas” sabem como é difícil comprarmos roupas, o mercado tem crescido, mas vocês vão ler que esta pesquisa aponta que apenas 1,5% do mercado total de roupas. 1,5%! Nicho! Super nicho!!! Quem sabe assim conseguiremos diminuir as diferenças preconceituosas do mercado!

mulher plus

Leiam a seguir:

Já há algum tempo que tenho lido matérias referentes à importância e a atratividade do mercado de moda Plus Size, no Brasil, onde são citadas muitas estimativas diferentes sobre o seu potencial de consumo, sem, entretanto, o devido respaldo de uma pesquisa aprofundada e criteriosa, acerca das reais dimensões desta relativamente nova linha de produtos.

Diante desta dúvida e do crescente interesse das indústrias de moda por este novo nicho, o IEMI, através do seu painel de pesquisa anual, resolveu assumir o ônus de mensurar a produção de roupas Plus Size, no país, o que vem sendo feito desde 2013. Com a consistência dos dados já comprovada (foram três anos de trabalho para podermos chegar lá), esta é a primeira vez que julgaram oportuno divulgá-los).

O primeiro desafio para conseguir obter uma visão mais precisa deste segmento, sem dúvida nenhuma, foi a definição de um critério claro sobre o que poderia ser classificado como Moda Plus Size. Afinal, sabemos que a fabricação de roupas de “tamanhos grandes” sempre existiu no vestuário, mas nem tudo o que é tamanho grande refere-se à Moda Plus Size, aqui caracterizada pelo desenvolvimento e comercialização de uma coleção específica, pensada e desenvolvida para as mulheres e os homens mais “gordinhos”.

De acordo com este critério, muitos dos produtos que já são ofertados em “tamanhos grandes”, como meias, roupas íntimas, roupas para prática de esportes etc., não foram considerados nessa análise, até porque, em muitos casos, destinam-se a consumidores grandes, ou altos, mas que estão longe de serem “gordinhos”, como por exemplo, jogadores de vôlei e de basquete, praticantes de fisiculturismo etc.

Dessa forma o estudo se concentrou no lançamento de coleções de roupas externas femininas e masculinas (tops e bottons, de uso casual ou social), destinadas a uma fatia cada vez maior da população brasileira, que se encontra acima do peso recomendado, mas que nem por isso abrem mão de se vestirem bem.

Ao todo, o estudo conseguiu identificar ao menos 492 indústrias de confecção, no Brasil, equivalentes a 2,5% do total dos estabelecimentos em atividade no setor, que já desenvolvem coleções específicas para o segmento Plus Size (conforme o critério descrito nesta coluna), com uma produção anual em torno de 45 milhões de peças em 2015, e receitas levemente superiores a R$ 1,0 bilhão de reais (valores líquidos, sem impostos). No varejo, se incluídos os impostos, fretes e o mark up dos lojistas, estamos falando de um valor próximo a R$ 2,5 bilhões, em vendas anuais.

Embora já represente valores consideráveis, o segmento corresponde hoje a apenas 1,5% das vendas totais da linha de roupas externas femininas e masculinas, o que mostra que ainda se encontra muito aquém do seu verdadeiro potencial, principalmente se considerarmos que mais da metade da população brasileira se encontra acima do peso, atualmente.

Por si só, isso já explicaria a alta taxa de crescimento que vem sendo registrada na produção e comercialização destes produtos, no país, mesmo em meio à forte crise que se abateu sobre o mercado de moda no último ano. Para se ter uma ideia, de 2013 a 2015, o segmento avançou nada menos que 7,9% em volumes de peças e quase 13% em receitas nominais.

 

. Indicadores Setoriais

A produção da indústria do vestuário teve aumento de 16,7% no mês de fevereiro de 2016, quando comparado ao mês anterior. No acumulado do ano (jan/fev), segundo a pesquisa industrial mensal do IBGE, o índice registrou queda de (-)9,6% no período e de (-)9,7% nos últimos 12 meses no volume físico produzido.

O índice de vendas no varejo (volume) de vestuários teve recuo de 15,1% no mês de fevereiro em relação ao mês anterior, no ano, acumula queda de 12,0% e de (-)9,7% na variação nos últimos 12 meses. O valor das importações reduziu em 47,9% no primeiro trimestre de 2016 sobre o mesmo trimestre do ano anterior. A taxa média câmbio no primeiro trimestre de 2016 encontrasse em alta (R$ 3,9123), a expectativa é que o valor dessas importações se reduza significadamente ao longo do ano, beneficiando assim a indústria brasileira. Essas importações somaram US$ 434,0 milhões entre janeiro a março de 2016.

As exportações brasileiras de vestuários alcançaram US$ 26,4 milhões no ano, com diminuição de (-)8,2% em relação ao primeiro trimestre de 2015, apesar da elevação recente do câmbio, dando claras demonstrações de recuperação neste indicador, demandará tempo e muito trabalho para gerar os frutos desejados.

Segundo o IBGE, os preços do vestuário no varejo cresceram 0,69% no mês de março de 2016, acumulando 5,94% nos últimos 12 meses.

Conjuntura do Setor de Vestuário no Brasil
1. Produção, emprego, preços (%) No mês No ano Últimos 12 meses
. Produção física volumes (fevereiro/16) 16,7% -9,6% -9,7%
. Vendas no varejo em volumes (fevereiro/16) -15,1% -12,0% -9,7%
. Vendas no varejo em valores (fevereiro/16) -14,9% -6,8% -5,9%
. Preços ao consumidor (março/16) IBGE (1) 0,69% 0,69% 5,94%
2. Comércio Exterior (US$ 1.000) Jan – Mar 16 Jan – Mar 16 Variação (2)
. Exportação (março/16) 28.764 26.396 -8,2%
. Importação (março/16) 833.117 434.025 -47,9%
. Saldo (Exportação – Importação) (dezembro /15) -804.353 -407.629 -49,3%
Fontes: IBGE / SECEX – Elaboração IEMI
Notas: (1) IPCA – Índice de preços ao consumidor amplo da cesta de produtos de vestuário – Brasil
           (2) Variação de janeiro a março de 2016 contra janeiro a março de 2015
 Assinatura: Marcelo V. Prado é sócio-diretor do IEMI – Inteligência de Mercado, e membro do Comitê Têxtil da FIESP .
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Designer mineiro inova cartão de visitas

Em seu home office no famoso Edifício Maletta, centro de Belo Horizonte, o designer mineiro Ton Rangel, 27 anos, prepara-se juntamente com sua equipe para lançar o Ecard. Já validado por mais de 500 usuários, aplicativo será o novo cartão de visitas.

ecard

Baseado na criação, produção e compartilhamento de cartão de visitas, o usuário receberá em sua casa seus cartões impressos, a partir de 100 unidades em diversos papéis e acabamentos com garantia de qualidade e entrega em todo o país. E tem mais, Ecard vai além com a troca de cartão de visitas mobile, uma evolução desta poderosa ferramenta de networking essencial para estudantes, profissionais e empreendedores está prestes a acontecer.

Desde o primeiro dia de trabalho, testes e visitas a profissionais e empresas foram realizadas, colaborando para uma experiência de usuário simples, intuitiva e eficiente. Em média 5 milhões de cartões de visitas são impressos diariamente em Belo Horizonte. A proposta do Ecard pode reduzir essa produção para 50% em até 2 anos, de acordo com a ABRAF ( https://www.youtube.com/watch?v=V59UiBdi05g ). Isto representa a conservação de aproximadamente 15 hectares de floresta plantada, o equivalente a mais de 1,5 milhões m² de mata nativa preservada por ano.

O Ecard estará disponível no mês de julho para android, e para as plataformas IOs e Windows Phone a partir de agosto. Siga @tonrangel no instagram para conhecer mais o trabalho desse designer apaixonado por cartões de visitas.

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Internet das Coisas é imperativa na Indústria 4.0

Daqui 4 anos são previstos em todo o mundo em torno de 200 bilhões de carros, aplicativos, maquinários e dispositivos realizando operações remotas, monitorando e fazendo a interação entre produtos que se comunicam via internet. Bem-vindo à nova era da indústria conectada!

internet coisas

A estimativa dos institutos de pesquisa é de que a partir de 2020, a Internet das Coisas será o maior mercado de dispositivos do planeta. São previstos, em todo o mundo, em torno de 200 bilhões de carros, aplicativos, maquinários e dispositivos realizando operações remotas, monitorando e fazendo a interação entre produtos conectados à internet.

Essa é a era da Indústria 4.0, que já começou em muitos segmentos, onde os gestores entendem que o importante é ser inovador com sustentabilidade (do planeta e dos negócios), para aumentar a qualidade dos serviços e produtos, ter maior eficiência, conveniência e menores custos de operação. Com o uso de IoT as aplicações são infinitas, porque é uma contribuição vital para empresas e indústrias criarem novos patamares de eficiência.

“Muitas indústrias acabam de entrar nessa nova era de conectividade, por meio de uma infraestrutura robusta, desenhada especificamente para ambientes hostis e pronta para a integração com os equipamentos e soluções de automação”, explica Renato Carneiro, Presidente da 2S Inovações Tecnológicas – uma das pioneiras em projetos IoT no Brasil.

De acordo com o Gartner, em 2020, os investimentos em infraestrutura de IoT serão de US$ 1,53 trilhão no mercado consumidor e US$ 1,47 trilhão no setor corporativo.

Na Indústria 4.0 o caminho é acelerar os ciclos de inovação e otimizar os processos do negócio de forma inteligente. Para ajudar empresas de todos os setores a manter o rumo nessa estrada, a Internet das Coisas tem o papel de condutor ao unir a tecnologia de sensores, conectividade, big data
e analytics.

Por outro lado, tanto na indústria como nas empresas em geral, há uma preocupação constante com a cibersegurança. “Em IoT, você tem que garantir que tudo que está conectado é mesmo real, o que é possível quando criamos uma camada adequada de segurança na solução”, resume Carneiro.

Segundo estimativa da Cisco, dependendo do setor, entre 40% e 50% dos processos manuais de manufatura, transporte, varejo, petróleo e gás, geração de energia e mineração podem ser automatizados com a IoT.

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Mulheres empreendedoras provam que é possível vencer a crise com baixo investimento

Não há idade para atingir o sucesso. Confira a história de mulheres que enxergaram oportunidades de negócio e hoje faturam alto. Estas empreendedoras provam que é possível vencer a crise com baixo investimento.

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Iniciar um empreendimento requer talento, ideias, boas oportunidades, ser criativo e uma pitada de ousadia. Não é à toa o perfil dos novos empreendedores é cada vez mais composto por jovens inquietos, com sonhos e pouco dinheiro para investimento em suas iniciativas. Como principal característica, elas têm uma comum criatividade, objetivos pouco convencionais e foram capazes de gerar lucro e conseguir sua liberdade, antes mesmo de chegarem aos 30 anos.

Não há idade para atingir o sucesso. Confira a história de mulheres que enxergaram oportunidades de negócio e hoje faturam alto. Estas empreendedoras provam que é possível vencer a crise com baixo investimento.

Listamos 4 nomes de jovens empreendedoras dessa nova geração que servem como exemplo para quem, independentemente da idade, planeja investir em um negócio próprio:

Priscila Casagrande – 22 Anos, Nails Design Expert, curso de adesivos de unhas.

Estudante de Relações Públicas, apaixonada por moda, beleza e tudo que envolve o mundo feminino. Aos 18 anos a jovem queria muito ganhar uma renda extra. Foi então que uma amiga lhe apresentou esta oportunidade os ADESIVOS DE UNHAS. Insegura, investiu em um cursos básico e em materiais para iniciar esta prática.

Após muitas buscas, sentiu que a grande maioria dos cursos não possuíam informações valiosas para quem realmente quer ganhar dinheiro com a venda de adesivos de unhas.

Foi ai que resolveu ajudar as pessoas, que como ela também procuravam uma maneira de aumentar rua renda no final do mês e, de quebra, se divertir com uma arte prazerosa.

Priscila tomou uma decisão e criar o Nails Design Expert ­ Adesivos de Unha.

O curso tem como objetivo ensinar a fazer diferentes tipos de películas de unhas, com materiais dos mais variados e com qualidade garantida. O curso ainda vai além, ela ensinar a vender estas películas de unhas e a ganhar dinheiro de verdade !

Amanda Keltyn – 24 anos. Cupcakes Garatem um Renda Extra

Estudante de Publicidade e Propaganda. Sem dinheiro para pagar as contas básicas e muito menos custear os materiais da faculdade, encontrou o problema principal da vida quando soube que teria que arcar sozinha com a mensalidade da faculdade e sem ajuda de financiamentos.

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