comunicação, marketing, Mercado, varejo, venda

Paciente, eu?

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Eu sou aquele que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

 

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal. Eu sou o homem que quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor. Eu sou um homem que aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam ideias entre si ou simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou?

Eu sou o cliente que não volta nunca mais!

[Texto de Sam Walton, fundador da Wal-Mart]

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ead, educação, Ensino Superior, Mercado, Mkt educacional

Ingresso de aluno no ensino superior presencial deve cair 1,9%, diz Semesp

O número de alunos que ingressam no ensino superior privado deve registrar queda este ano na comparação com 2015, de acordo com estimativas do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). A entidade calcula que o total de alunos novos nos cursos presenciais deve ser 1,9% menor este ano na comparação com 2015, mesmo depois de o ano passado já ter representado uma retração de 8,2%.

A perspectiva do Semesp é de uma retomada apenas em 2017, com o ensino presencial crescendo 1,1% na comparação anual em número de ingressantes, ainda um ritmo considerado muito fraco.

“Esperamos um cenário melhor em 2017, mas sobretudo porque temos uma base de alunos que já foi muito depreciada desde 2015”, comenta o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

O Índice Semesp de Ingressantes, lançado nesta sexta-feira, 2, em evento do setor, estima a evolução do número de novos alunos com base em elementos macroeconômicos e demográficos. A entidade vai atualizar essas projeções mensalmente.

As estimativas levam em conta um cenário de abertura de novas vagas no programa de financiamentos estudantil, o Fies, levemente melhor que o deste ano. O Semesp prevê para 2017 um montante de cerca de 350 mil novas vagas no Fies ante 325 mil ofertadas este ano, muito embora o setor reclame que nem todas as vagas oferecidas puderam ser preenchidas em 2016 até que fossem feitos ajustes nos critérios de seleção de alunos.

Apesar de a entidade prever que o Fies deva oferecer novas vagas, o setor de ensino superior tem demonstrado preocupações com o programa.

O Fies foi tema de debate entre empresários de grandes universidades que participaram nesta sexta-feira de um almoço de confraternização, promovido pelo Semesp em São Paulo. O sentimento era de preocupação depois que o resultado de uma auditoria do Tribunal de Contas da União apontou que houve “descalabro” na gestão do Fies.

O ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, tem pregado uma reformulação do programa capaz de torná-lo mais sustentável. Nesta semana, o ministro afirmou que a proposta de reformulação do programa de financiamento estudantil do governo federal, o Fies, precisará ser concluída até o final do ano ou o primeiro semestre de 2017. Há no setor quem reclame, porém, de falta de diálogo. Empresários não sabem ao certo qual será o novo Fies.

“Fala-se muito em ser sustentável, mas é preciso lembrar que o Fies é uma política pública, não pode ser tratado como um financiamento privado ou então ele perde seu papel”, conclui Capelato.

 

Ensino a Distância

Segmento que não está atrelado ao financiamento e que sofre menos na crise, o ensino a distância tem projeções um pouco mais otimistas.

O Semesp projeta que o número de ingressantes no EAD deva crescer 0,1% este ano e registrar crescimento de 4,2% em 2017.

Para o total de matrículas, incluindo não só calouros mas também alunos veteranos, a expectativa ainda é de queda este ano, de 3,6% no EAD. Ainda assim, o recuo é menor do que os 6,7% de retração esperados no ensino presencial.

Em 2017, o Semesp calcula que o total de matrículas vai aumentar 3,3% no EAD e 0,7% no ensino presencial.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

educação, Mercado, Moda, Mulheres, Plus Size, PME, varejo, venda

Marcas pequenas de moda plus, crescem na Internet, segundo matéria da Folha de SP

Hoje de madrugada foi divulgada uma matéria no caderno especial da micro, pequena e médias empresas da Folha de SP que resumiu bem o atual cenário do mercado da moda plus size.

Segundo a reportagem, cerca de 60% da população brasileira está acima do peso, de acordo com o IBGE, mas apenas 18% das lojas oferecem opções em tamanhos grandes.

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Foto – divulgação FWPS – http://fwps.com.br

Essa fatia do mercado movimentou R$1,8 bilhão em 2015, segundo a ABRAVEST (Associação do setor de vestuário). Segundo especialistas, as melhores oportunidades estão nas lojas virtuais, porque a maioria das lojas não está preparada para a venda de números grandes, contratam vendedores não especializados e existe preconceito de certos varejistas, por exemplo, colocam apenas peças de tamanho pequeno na vitrine; já no ambiente virtual a mulher pode facilmente tirar suas medidas e não se sentir constrangida caso a peça não a sirva, isso tudo são características do e-commerce.

 

Segundo o consultor do Sebrae-SP, Bruno Zamith, o maior desafio para empresas deste setor é padronização dos tamanhos, já que no Brasil não há regras para isso.

E sabemos disso, não é mesmo meninas? Quando teremos esta padronização?

A reportagem também abordou os dois grandes eventos já realizados em São Paulo neste ano, o Bazar Pop Plus Size, da Flávia Duarte e o Fashion Weekend Plus Size, da Renata Poskus que mostraram que realmente há muito a ser explorado neste segmento.

Tive a oportunidade de participar do FWPS e fiquei bem impressionada com a qualidade “profissional” das marcas. Elas investiram de maneira especial em seus desfiles e também outro ponto alto foi criatividade das marcas que desfilaram, que não somente adequaram o estilo atual aos tamanhos grandes, como também criaram looks especialmente voltados a esse público.

De lingerie à moda praia, de jeans à vestidos de noiva, o incrível desfile da marca Rainha Nagô, trouxe outra temática no desfile de encerramento: a mulher afrodescendente, explorando a raiz africana em sua estamparia, acessórios e turbantes.

Caminhamos rumo ao fim do preconceito de gênero, raça e tamanho, afinal, #belezanãotemtamanho

Matéria da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1797027-marcas-pequenas-de-moda-plus-size-crescem-na-internet.shtml

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Fashion Weekend Plus Size acontece domingo

Domingo, 24 de julho é dia de Fashion Weekend Plus Size! Quem vamos??? rs

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La Robertita (batom azul), Gabriela Caroli (ruiva de batom pink), Denise Gimenez (loira de batom pink) e Isabelle Campestrini (batom amarelo).

No ano passado assisti ao FWPS e fiquei realmente encantada com o que vi. Excelente organização, grandes marcas, maravilhosas modelos e muita criatividade, bom gosto e muitas peças lindas apresentadas nas coleções que mostravam que a mulher plus pode e está com tudo! O profissionalismo é a marca registrada de Renata Poskus que há muitos anos fala sobre o universo plus size em seu blog Mulherão e há mais de 10 está à frente da causa e da organização deste evento.

O FWPS é o principal evento de moda GG do país e apresentará coleções VERÃO 2017 de grifes especializadas no setor plus size. Esta edição será realizada no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado na Rua Frei Caneca, 569, na região da Av. Paulista.

O FWPS conta com um salão de negócios que começa às 11h. Já os desfiles acontecem a partir das 17h.

Pela primeira vez, o Fashion Weekend Plus Size realiza uma programação de Palestras direcionadas aos lojistas. A participação é gratuita para os lojistas do setor e as inscrições devem ser realizadas no site oficial (clique neste link). A credencial dá acesso às Palestras, Salão de Negócios e aos Desfiles.

A programação é a seguinte:

11h30 – “Transforme a crise do varejo em oportunidades de crescimento”, por Wilsa Sette Moraes Figueiredo, coordenadora nacional do segmento Varejo de Moda pelo SEBRAE Nacional desde 2013.

Paula Bastos Perfil

Paula Bastos, Grandes Mulheres

13h30 – “Como usar as redes sociais para reforçar a sua marca e alavancar seu negócio” por Paula Bastos, jornalista formada pela UNESP, fez diversos cursos livres de moda e comunicação digital. Atuou em grandes agências de São Paulo como assessora de imprensa e analista de redes sociais. Atualmente trabalha com consultoria, planejamento e produção de conteúdo para o segmento de moda na área digital.  Foi colaboradora de moda do site da Revista TPM e blogueira do Brasil Post. É autora do blog Grandes Mulheres.

palestrante_patricia souza

Patrícia Souza, Usefashion

15h30 – “Tendências verão 2017 – conheça os objetos de desejo das suas consumidoras na próxima temporada” por Patrícia Souza, diretora de pesquisa do Grupo UseFashion, empresa que realiza análises em profundidade de mercados globais e locais, inspirando de forma inteligente toda a cadeia de produção de moda, pesquisa e criação, chegando aos pontos de venda. Especialista em Moda e Comunicação, com 22 anos de experiência e ampla visão de negócios de moda, em sua trajetória atuou efetivamente em todos os processos da cadeia produtiva, da pesquisa até o varejo. Responde pelo direcionamento dos projetos de pesquisa e definição de tendências, tanto de moda quanto de comportamento de consumo, assim como pela análise da qualidade de todo o conteúdo do Grupo UseFashion.

Este ano um time lindo de 4 modelos super tops estão abrilhantando a campanha da 14a. edição do FWPS, entre elas a minha amiga Denise Gimenez a quem tenho muita admiração. Vejam se ela não é poderosaaaaaaaaaaaaaa!!!???!!! Estarei lá prestigiando ela, a Renata, as modelos plus e aos lojistas plus a quem tenho como clientes e amigos. Bora lá, gente!!

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Denise Gimenez

Serviço:
Fashion Weekend Plus Size verão 2017
Data: 24 de julho (domingo)
Horário: Salão de Negócios das 11h às 21h

Palestras: 11h30, 13h30 e 15h30
Desfiles das 17h às 20h

Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569 – 4º andar
São Paulo – SP

 

Ficha técnica das fotos:

Foto: Adriana Líbini
Styling: Renata Poskus
Make: Priscilla Satim
Hair: Katia Toledo
Roupas fitness: Cachopa
Jeans: Xtra Charmy

Ingressos à venda em: https://www.ticket360.com.br/evento/5913/14ordm-fashion-weekend-plus-size

Site oficial: http://fwps.com.br

Te vejo lá ou nas redes sociais, fique ligada!

Criatividade, empreendedorismo, Financeiro e Negócios, Inovação, Mercado

Economia compartilhada, cariocas pretendem lucrar nas Olimpíadas

 

Em agosto quando começarem as Olimpíadas, diversos cariocas aproveitarão as gigantescas ondas de turistas dos vários cantos do país e do mundo para conseguir complementar sua renda ou bombar os seus negócios.

Organizados através de serviços de economia compartilhada, como o Airbnb, Dinneer e Uber, eles não se concentram apenas em áreas turísticas, oferecendo experiências nos mais variados locais da cidade, proporcionando uma experiência única que vai além da simples prestação de serviços comerciais convencional.

O Airbnb, por exemplo, é patrocinador dos Jogos Olímpicos e responsável por mais de 25% da disponibilidade de hospedagem carioca durante o evento. Joe Gebbia, fundador do site vê futuro nos serviços de economia compartilhada:  “Todo dia as pessoas estão usando a hospitalidade para ajudar umas às outras. Soube de uma história de uma turista chinesa que perdeu a carteira, e a pessoa que a estava recebendo não descansou enquanto a carteira não foi encontrada.”

Flavio Estevam, criador do site Dinneer.com diz que o prognóstico é bastante positivo: “a economia compartilhada vai suprir grande parte da demanda que o comércio tradicional, como restaurantes, hotéis e táxis, não conseguirá atender devido ao fluxo de pessoas a um custo menor e com experiência muito mais rica. A possibilidade de conhecer alguém que nunca conheceríamos normalmente e pode se tornar um grande amigo”.

Desde já pessoas como Eduardo, de 50 anos, estão se programando para receber turistas. O carioca já trabalhou profissionalmente como cozinheiro e mordomo, e hoje abre a sua casa, recebendo desconhecidos para degustar seus pratos influenciados pela culinária baiana: “Cozinhar em minha casa para quem eu não conheço é muito bacana, porque eu posso deixar a pessoa à vontade para aproveitar a experiência gastronômica diferenciada. Era exatamente isso que eu queria” diz o anfitrião, que hoje complementa a renda “se divertindo na cozinha”, conforme afirma.

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Empreendimento de sucesso: marketplace para freelancers

Em operação há seis meses, Vinteconto teve investimento inicial de R$ 57 mil. Empresa deve vender mais de 10 mil serviços até o fim do ano, na maioria, por R$ 20.

Empreendedora fatura R$ 500 mil em marketplace para freelancers e empresas

Em momentos de crise financeira, uma das melhores iniciativas para driblar a recessão é apostar na capacidade e no talento profissional individual. E trabalhar como freelancer sempre foi uma das aptidões de Monique Medeiros Costa de 31 anos, brasileira e residente na Inglaterra, que transformou suas habilidades em um negócio bastante lucrativo. Em novembro de 2015, ela lançou a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/), um marketplace onde é possível pagar um preço fixo de R$ 20 por quase qualquer serviço ou produto.

Ao se mudar para a Finlândia em 2007, Monique enfrentou dificuldades de adaptação em sua nova vida no exterior, como a barreira linguística, preconceito e o frio extremo na cidade de Helsinki, onde morava (as temperaturas beiravam os 30 graus negativos). “Era muito difícil conseguir qualquer emprego por causa da falta de fluência no idioma, pelo fato de ser brasileira e além do frio que era assustador, mas eu queria continuar no País pela experiência, já que tinha amigos e queria continuar aprendendo inglês. Por isso, mantinha anúncios para cuidar de crianças em sites na Internet”, conta.

Até que certo dia Monique recebeu uma ligação de um senhor, muito educado, para a oportunidade de babá. Ele morava em uma mansão e colecionava vários troféus e roupas de piloto de Fórmula 1. “Eu mal sabia de que se tratava do Mika Salo, o famoso piloto. Consegui trabalhar com a família dele porque eles queriam que suas crianças se comunicassem em inglês desde pequenos”, relembra.

Monique morou no país nórdico por seis anos e chegou a trabalhar como vendedora em feiras roupas. Esse emprego foi tão lucrativo que ela conseguiu abrir sua própria loja de roupas no centro da cidade de Helsinki. Mas o destino guardava um episódio dramático para a família Medeiros. Isso porque, após vários exames, seu marido foi diagnosticado com um tipo raro de tumor no joelho e que o deixou em uma condição incapaz de executar qualquer atividade, por um longo período de tempo.
Por conta disso e da barreira linguística, Monique e sua família se mudaram para a Inglaterra, já que todos eles eram fluentes em inglês. Lá, Monique começou a procurar por opções para trabalhar em casa enquanto não conseguia montar um outro negócio. “Eu já tinha fluência em inglês e procurava por uma oportunidade que me desse a liberdade para trabalhar em qualquer lugar, além de poder estar nos eventos da escola do meu filho e acompanhar o seu crescimento”.

A ideia

A empreendedora é adepta do modelo de trabalho “home based”, onde o profissional tem a possibilidade de trabalhar em casa, como se estivesse na empresa. “Não acho produtiva a ideia de ter que me prender a um escritório e cumprir com o mesmo horário todos os dias. Prefiro a liberdade, pois acredito que a falta dela mata a criatividade e a inspiração”, explica.

Inspirada, Monique aperfeiçoou seus talentos e fez de traduções a ações de marketing para empresas na Inglaterra que atuavam no Brasil. Isso fez com que ela se apaixonasse ainda mais pela ideia de unir a liberdade de poder trabalhar em casa, com aquilo que amava. “Na época eu trabalhava bastante e ganhava um bom dinheiro. Fui ficando cada vez mais apaixonada pela vida de freelancer”, recorda.

Foi então que Monique tomou uma decisão que iria mudar o rumo da sua vida e da sua família: montar o próprio negócio. Avaliando a crise no Brasil, já que trabalhava também com pesquisa de mercado, a empreendedora resolveu apostar tudo o que tinha em seu marketplace, serviço muito popular no exterior. “Eu pensei também em ajudar os milhares de desempregados no Brasil a terem uma renda extra, oferecendo a mesma solução que eu encontrei quando o destino me obrigou a trabalhar em casa, ou até dar um empurrãozinho para começarem seu próprio negócio, assim como eu fiz, mesmo com pouco capital de investimento”, explica.

Foi daí que surgiu a ideia da Vinteconto, um local onde todos poderiam comprar e vender serviços e criar a própria história, fazendo aquilo que amavam.

“Faltava um marketplace onde os clientes pudessem encontrar algo a mais do que serviços gráficos, tradução ou marketing. Na Vinteconto, reunimos profissionais das mais diferentes áreas, estudantes e donas de casa que ajudam nas tarefas do dia a dia para àqueles que não têm tempo de fazer, assim todo mundo ganha”, explica. Para a empresária as outras plataformas são muito focadas na criação de gráficos, marketing e tradução, enquanto que na Vinteconto, estudantes podem ajudar como assistente virtual e as “senhorinhas” podem vender seus artesanatos. “É acessar a plataforma e ver como você pode facilitar o seu dia a dia, empregando um pessoal que está a fim de trabalhar e que vai dar o maior valor pela liberdade em trabalhar em casa e ganhar por isso”, destaca.

No entanto, o processo de desenvolvimento da plataforma não foi nada fácil. Para começar a Vinteconto, Monique investiu um total de R$ 57 mil de suas economias. A empreendedora começou com um site bem simples que vendia pequenos serviços e tarefas simples do dia a dia. Aos poucos, ela foi adaptando o conceito de marketplace de compra e venda de serviços e produtos ao melhor sistema de gerenciamento de dados, para criar uma plataforma que pudesse oferecer maior agilidade e praticidade para o freelancer poder vender e o cliente comprar o serviço com tranquilidade.
A todo o vapor

Recentemente, a empreendedora lançou a nova função “carreira”, destinada a profissionais de todas as áreas que poderão oferecer desde cursos prontos, treinamentos, e-books e até aulas virtuais ao vivo. Com isso, Monique pretende abrir um leque ainda maior de oportunidades para que os freelancers possam monetizar seus trabalhos.

A plataforma já dispõe de uma diversificada e qualificada comunidade, com mais de 1 mil serviços cadastrados. Trata-se de milhares de profissionais que optaram pelo trabalho de freelancer, garantindo a execução de seus serviços e tarefas com altíssima qualidade.

Benefícios para o freelancer que oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão de compra sabendo exatamente o que esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto se reserva a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Vantagens para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques. A facilidade em usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria de serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes. Outro diferencial é o preço, uma verdadeira pechincha. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente, se para ele o serviço é algo simples e que tenha muita praticidade em fazer. A Vinteconto dispõe de centenas de serviços a partir de R$ 20, que custariam centenas de reais em outros lugares.

Sobre a Vinteconto

Fundada em 2015, a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/) é uma plataforma pioneira no Brasil de compra e venda de tarefas e serviços, com preços fixos, em sua maioria por R$ 20,00. Atualmente, já conta com milhares de serviços através da sua comunidade de freelancers. O objetivo da Vinteconto é oferecer a micro, pequenas empresas e profissionais de todas as áreas os mais variados tipos de trabalhos profissionais.

https://www.facebook.com/Vinteconto¬

Informações à Imprensa
Bruno Bersano – bruno.bersano@bersano.com.br
11 + 3856-8219
www.bersano.com.br
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Coca-Cola Cherry e Coca-Cola Vanilla chegam ao mercado brasileiro

Coca-Cola Cherry e Coca-Cola Vanilla chegam ao mercado brasileiroAtendendo a pedidos, os dois sabores de grande sucesso global chegam em lata sofisticada para um público ávido por novidades!

Sabores de grande sucesso no portfólio global, a Coca-Cola Vanilla (sabor baunilha) e Coca-Cola Cherry (sabor cereja) começarão a ser distribuídos oficialmente no Brasil a partir de hoje pela Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de Coca-Cola no mundo. As bebidas serão produzidas e comercializadas no país em edição limitada. Com formato diferenciado e sofisticado, as latas sleek de 310 ml poderão ser encontradas nos melhores supermercados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e do Paraná, com o valor sugerido de R$4,65.

Para o gerente de marketing da Coca-Cola FEMSA Brasil, George Leite, o lançamento faz parte de uma série de novos produtos que a empresa está lançando este ano, com o objetivo de ampliar o portfólio e oferecer mais opções aos consumidores. “Queremos estar conectados com o consumidor e em sintonia com suas escolhas, por isso, é fundamental inovarmos não só nas embalagens e porções que oferecemos, como na diversidade de produtos e sabores”, explica.

“Estamos percebendo cada vez mais a demanda dos consumidores jovens por novidades e inovações dentro da categoria. Eles estão sintonizados com o que está sendo consumido lá fora e querem encontrar esses produtos também por aqui”, afirma George.

Sobre a Coca-Cola FEMSA
Coca-Cola FEMSA, SAB de C.V produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle, Schweppes e outras bebidas do portfólio da The Coca-Cola Company em 10 países: México (uma parte substancial da região central, incluindo a Cidade do México, bem como sudeste e nordeste do país); Guatemala (Cidade da Guatemala e região metropolitana); Nicarágua (todo o país); Costa Rica (todo o país); Panamá (todo o país); Colômbia (maior parte do país); Venezuela (todo o país); Brasil (regiões metropolitana de São Paulo, Campinas, Baixada Santista parte do interior de São Paulo, estado de Mato Grosso do Sul, estado de Paraná, parte dos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro); Argentina (Buenos Aires e arredores) e Filipinas (todo o país). A empresa também engarrafa e distribui água, sucos, chás, isotônicos, cervejas e outras bebidas em alguns desses territórios. Ao todo, possui 63 fábricas e serve 358 milhões de consumidores por meio de aproximadamente 2,8 milhões de pontos de vendas e conta com mais de 100 mil funcionários em todo o mundo. No Brasil, a empresa está presente como Coca-Cola FEMSA Brasil, empregando cerca de 18 mil funcionários e atendendo mais de 72 milhões de consumidores, distribuídos nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.No Brasil, são 35 centros de distribuição e nove fábricas, sendo a unidade de Jundiaí (SP) a maior no mundo em volume de produção em produtos Coca-Cola.