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Especialistas de Marketing Digital para discutir estratégias de negócios, empreendedorismo e inovação

Mercado Digital no Brasil, Tendências e estratégias de Marketing Digital e Chatbot são alguns dos temas abordados

No dia 17 de maio, acontece o primeiro Meeting Digitalks na capital paulista. Trata-se de um evento que percorre as principais capitais do país para discutir estratégias de negócios, inovação e empreendedorismo com especialistas do segmento digital.

 

Marketing-Digital

O Meeting, que tem 5 horas de duração, das 15h às 20h, une conteúdo e networking para a geração de negócios locais, através da participação de especialistas de Marketing Digital dos principais players de mercado.

Entre os principais assuntos abordados no encontro são Mercado Digital no Brasil, Tendências e Estratégias de Marketing Digital: como otimizar as ações e o case do Poupinha: como o Poupa Tempo otimizou seu atendimento usando estratégias digitais e conceitos como Chatbot, Machine Learning e Inteligência Artificial.

“O Meeting se transformou numa das mais importantes ferramentas de negócios pois permite a troca de experiências entre especialistas de todo o país, tudo isso num ambiente arrojado e intimista, que possibilita o networking e a troca de ideias. Como São Paulo tem um dos mais expressivos cenários digitais do país, nada melhor do que compartilhar conhecimento com profissionais do setor através de um bate-papo seguido de happy hour”, declara Flavio Horta, diretor do Digitalks.

O Meeting Digitalks acontece na sede do Digitalks, que fica na Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros, das 15h às 20h, reúne Painel de Debate e happy hour e tem lotes de desconto para inscrições antecipadas. As vagas são limitadas para o melhor aproveitamento. A inscrição deve ser feita no site da Digitalks, através do link https://digitalks.com.br/eventos/meeting-sao-paulo-2017/. Informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.
Sobre o Digitalks

O Digitalks é a principal empresa brasileira que leva conhecimento e oportunidades de negócios através de mais de 50 atividades anuais, preparando pessoas e transformando empresas para a nova realidade digital.

Desde 2009, o Digitalks realiza eventos em todo o Brasil, dissemina conteúdo em diversos canais de comunicação –incluindo portal de notícias, revista e TV Online–, realiza cursos de capacitação e conecta pessoas, incentivando a geração de negócios sólidos. Integrante do mesmo grupo corporativo do iMasters e E-Commerce Brasil, a empresa tem como objetivo fomentar o setor digital.

O projeto é um oferecimento de Facebook, Google, Mercado Livre e Twitter e é mantido pelas empresas 2Bots, A² Business Intelligence, Accenture Interactive, Adjust, Agência Linka, Akna, All iN Marketing Cloud, Apiki, Buscapé, Buzzmonitor, CI&T, Contentools, CRP Mango, Dinamize, DT+Seeker, Gamned, GhFly, GTC, HostGator, IgnitionOne, Infobip, Kwanko, leadlovers, LinkBrand, LinkedIn, Locaweb, Lomadee, Media Response, PWC, RD Station, Seekr, SEO Marketing, Trakto, Ve Interactive, Video Click, Vitrio, Vtex Partner, Wix, Xtech, Yahoo e Zanox. O projeto tem o apoio de ABRADi, APP Brasil, Cidade Marketing, Digitais do Marketing, E-Commerce Brasil, EraTransmidia, Fenapro, IAB Brasil, iMasters, MestreGP, Mundo do Marketing, Putz Filmes, Siegel Press e Startupi.

Serviço – Meeting Digitalks São Paulo
Data: 17 de maio (quarta-feira)
Horário: das 15h às 20h (conteúdo e happy hour)
Local: Digitalks, Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros
Investimento: R$ 120,00 a R$ 180,00
N° vagas: 100 lugares (vagas limitadas para melhor aproveitamento)
Inscrições: https://digitalks.com.br/eventos/meeting-sao-paulo-2017/
Informações: forum@digitalks.com.br e (11) 3159-1458

 

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Economia compartilhada, cariocas pretendem lucrar nas Olimpíadas

 

Em agosto quando começarem as Olimpíadas, diversos cariocas aproveitarão as gigantescas ondas de turistas dos vários cantos do país e do mundo para conseguir complementar sua renda ou bombar os seus negócios.

Organizados através de serviços de economia compartilhada, como o Airbnb, Dinneer e Uber, eles não se concentram apenas em áreas turísticas, oferecendo experiências nos mais variados locais da cidade, proporcionando uma experiência única que vai além da simples prestação de serviços comerciais convencional.

O Airbnb, por exemplo, é patrocinador dos Jogos Olímpicos e responsável por mais de 25% da disponibilidade de hospedagem carioca durante o evento. Joe Gebbia, fundador do site vê futuro nos serviços de economia compartilhada:  “Todo dia as pessoas estão usando a hospitalidade para ajudar umas às outras. Soube de uma história de uma turista chinesa que perdeu a carteira, e a pessoa que a estava recebendo não descansou enquanto a carteira não foi encontrada.”

Flavio Estevam, criador do site Dinneer.com diz que o prognóstico é bastante positivo: “a economia compartilhada vai suprir grande parte da demanda que o comércio tradicional, como restaurantes, hotéis e táxis, não conseguirá atender devido ao fluxo de pessoas a um custo menor e com experiência muito mais rica. A possibilidade de conhecer alguém que nunca conheceríamos normalmente e pode se tornar um grande amigo”.

Desde já pessoas como Eduardo, de 50 anos, estão se programando para receber turistas. O carioca já trabalhou profissionalmente como cozinheiro e mordomo, e hoje abre a sua casa, recebendo desconhecidos para degustar seus pratos influenciados pela culinária baiana: “Cozinhar em minha casa para quem eu não conheço é muito bacana, porque eu posso deixar a pessoa à vontade para aproveitar a experiência gastronômica diferenciada. Era exatamente isso que eu queria” diz o anfitrião, que hoje complementa a renda “se divertindo na cozinha”, conforme afirma.

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Empreendimento de sucesso: marketplace para freelancers

Em operação há seis meses, Vinteconto teve investimento inicial de R$ 57 mil. Empresa deve vender mais de 10 mil serviços até o fim do ano, na maioria, por R$ 20.

Empreendedora fatura R$ 500 mil em marketplace para freelancers e empresas

Em momentos de crise financeira, uma das melhores iniciativas para driblar a recessão é apostar na capacidade e no talento profissional individual. E trabalhar como freelancer sempre foi uma das aptidões de Monique Medeiros Costa de 31 anos, brasileira e residente na Inglaterra, que transformou suas habilidades em um negócio bastante lucrativo. Em novembro de 2015, ela lançou a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/), um marketplace onde é possível pagar um preço fixo de R$ 20 por quase qualquer serviço ou produto.

Ao se mudar para a Finlândia em 2007, Monique enfrentou dificuldades de adaptação em sua nova vida no exterior, como a barreira linguística, preconceito e o frio extremo na cidade de Helsinki, onde morava (as temperaturas beiravam os 30 graus negativos). “Era muito difícil conseguir qualquer emprego por causa da falta de fluência no idioma, pelo fato de ser brasileira e além do frio que era assustador, mas eu queria continuar no País pela experiência, já que tinha amigos e queria continuar aprendendo inglês. Por isso, mantinha anúncios para cuidar de crianças em sites na Internet”, conta.

Até que certo dia Monique recebeu uma ligação de um senhor, muito educado, para a oportunidade de babá. Ele morava em uma mansão e colecionava vários troféus e roupas de piloto de Fórmula 1. “Eu mal sabia de que se tratava do Mika Salo, o famoso piloto. Consegui trabalhar com a família dele porque eles queriam que suas crianças se comunicassem em inglês desde pequenos”, relembra.

Monique morou no país nórdico por seis anos e chegou a trabalhar como vendedora em feiras roupas. Esse emprego foi tão lucrativo que ela conseguiu abrir sua própria loja de roupas no centro da cidade de Helsinki. Mas o destino guardava um episódio dramático para a família Medeiros. Isso porque, após vários exames, seu marido foi diagnosticado com um tipo raro de tumor no joelho e que o deixou em uma condição incapaz de executar qualquer atividade, por um longo período de tempo.
Por conta disso e da barreira linguística, Monique e sua família se mudaram para a Inglaterra, já que todos eles eram fluentes em inglês. Lá, Monique começou a procurar por opções para trabalhar em casa enquanto não conseguia montar um outro negócio. “Eu já tinha fluência em inglês e procurava por uma oportunidade que me desse a liberdade para trabalhar em qualquer lugar, além de poder estar nos eventos da escola do meu filho e acompanhar o seu crescimento”.

A ideia

A empreendedora é adepta do modelo de trabalho “home based”, onde o profissional tem a possibilidade de trabalhar em casa, como se estivesse na empresa. “Não acho produtiva a ideia de ter que me prender a um escritório e cumprir com o mesmo horário todos os dias. Prefiro a liberdade, pois acredito que a falta dela mata a criatividade e a inspiração”, explica.

Inspirada, Monique aperfeiçoou seus talentos e fez de traduções a ações de marketing para empresas na Inglaterra que atuavam no Brasil. Isso fez com que ela se apaixonasse ainda mais pela ideia de unir a liberdade de poder trabalhar em casa, com aquilo que amava. “Na época eu trabalhava bastante e ganhava um bom dinheiro. Fui ficando cada vez mais apaixonada pela vida de freelancer”, recorda.

Foi então que Monique tomou uma decisão que iria mudar o rumo da sua vida e da sua família: montar o próprio negócio. Avaliando a crise no Brasil, já que trabalhava também com pesquisa de mercado, a empreendedora resolveu apostar tudo o que tinha em seu marketplace, serviço muito popular no exterior. “Eu pensei também em ajudar os milhares de desempregados no Brasil a terem uma renda extra, oferecendo a mesma solução que eu encontrei quando o destino me obrigou a trabalhar em casa, ou até dar um empurrãozinho para começarem seu próprio negócio, assim como eu fiz, mesmo com pouco capital de investimento”, explica.

Foi daí que surgiu a ideia da Vinteconto, um local onde todos poderiam comprar e vender serviços e criar a própria história, fazendo aquilo que amavam.

“Faltava um marketplace onde os clientes pudessem encontrar algo a mais do que serviços gráficos, tradução ou marketing. Na Vinteconto, reunimos profissionais das mais diferentes áreas, estudantes e donas de casa que ajudam nas tarefas do dia a dia para àqueles que não têm tempo de fazer, assim todo mundo ganha”, explica. Para a empresária as outras plataformas são muito focadas na criação de gráficos, marketing e tradução, enquanto que na Vinteconto, estudantes podem ajudar como assistente virtual e as “senhorinhas” podem vender seus artesanatos. “É acessar a plataforma e ver como você pode facilitar o seu dia a dia, empregando um pessoal que está a fim de trabalhar e que vai dar o maior valor pela liberdade em trabalhar em casa e ganhar por isso”, destaca.

No entanto, o processo de desenvolvimento da plataforma não foi nada fácil. Para começar a Vinteconto, Monique investiu um total de R$ 57 mil de suas economias. A empreendedora começou com um site bem simples que vendia pequenos serviços e tarefas simples do dia a dia. Aos poucos, ela foi adaptando o conceito de marketplace de compra e venda de serviços e produtos ao melhor sistema de gerenciamento de dados, para criar uma plataforma que pudesse oferecer maior agilidade e praticidade para o freelancer poder vender e o cliente comprar o serviço com tranquilidade.
A todo o vapor

Recentemente, a empreendedora lançou a nova função “carreira”, destinada a profissionais de todas as áreas que poderão oferecer desde cursos prontos, treinamentos, e-books e até aulas virtuais ao vivo. Com isso, Monique pretende abrir um leque ainda maior de oportunidades para que os freelancers possam monetizar seus trabalhos.

A plataforma já dispõe de uma diversificada e qualificada comunidade, com mais de 1 mil serviços cadastrados. Trata-se de milhares de profissionais que optaram pelo trabalho de freelancer, garantindo a execução de seus serviços e tarefas com altíssima qualidade.

Benefícios para o freelancer que oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão de compra sabendo exatamente o que esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto se reserva a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Vantagens para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques. A facilidade em usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria de serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes. Outro diferencial é o preço, uma verdadeira pechincha. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente, se para ele o serviço é algo simples e que tenha muita praticidade em fazer. A Vinteconto dispõe de centenas de serviços a partir de R$ 20, que custariam centenas de reais em outros lugares.

Sobre a Vinteconto

Fundada em 2015, a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/) é uma plataforma pioneira no Brasil de compra e venda de tarefas e serviços, com preços fixos, em sua maioria por R$ 20,00. Atualmente, já conta com milhares de serviços através da sua comunidade de freelancers. O objetivo da Vinteconto é oferecer a micro, pequenas empresas e profissionais de todas as áreas os mais variados tipos de trabalhos profissionais.

https://www.facebook.com/Vinteconto¬

Informações à Imprensa
Bruno Bersano – bruno.bersano@bersano.com.br
11 + 3856-8219
www.bersano.com.br
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Na contramão da crise: aplicativo ajuda varejistas a aumentar o fluxo de clientes

Com promoções para público segmentado, aplicativo promete encontrar novos clientes para supermercados

Na contramão da crise: aplicativo ajuda varejistas a aumentar o fluxo de clientes

A crise pela qual os brasileiros estão passando ainda não foi superada. Entre os muitos problemas gerados está a oscilação dos preços em supermercados, por exemplo. O que hoje custa um determinado valor, em 15 dias pode vir a custar bem mais. Além da dificuldade em organizar os gastos com alimentos e outros produtos devido à inflação acima da média, a diminuição da renda por conta do desemprego também dificulta a vida dos consumidores e, consequentemente, dos mercados.

Este panorama economicamente negativo se expressa no cotidiano do brasileiro. Recentemente, o Presidente Interino, Michel Temer, permitiu a importação de feijão no país para conseguir diminuir o preço do grão que, nos últimos 12 meses, aumentou 41,62% – de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com essa situação, varejistas – sejam de pequenas ou grandes redes – precisam buscar novas formas para superar a crise e manter clientes.

Hora de reverter o quadro

De acordo com os dados divulgados pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) a pedido do jornal O Globo , o número de varejistas que fecharam as portas de suas lojas subiu 52% entre 2014 e 2015. Entretanto, o mercado sempre abre espaço para que inovações encontrem alternativas capazes de reverter a recessão e apresentar opções viáveis para os consumidores. O setor de varejo necessita, mais do que nunca, de ferramentas práticas e acessíveis que lidem diretamente com a ponte entre quem vende e quem compra. A partir desta demanda, o Sav@Price foi elaborado.

O aplicativo tem como foco o setor de varejo e sua principal função é facilitar a interação entre os varejistas e os consumidores, estabelecendo uma conexão para divulgação de preços, ofertas e promoções de modo efetivo e consistente. “Os supermercados precisam repensar e criar novos métodos de vendas, nosso aplicativo ajuda a conquistar novos consumidores, pois já possuímos uma base de usuários cadastrados que procuram por transparência e por preços mais baixos”, afirma Marcos Theodoro Siqueira Filho, CTO & Co-Founder do Sav@price.

Com o Sav@Price é possível mensurar quem recebeu as ofertas de determinado varejista e por qual loja o consumidor optou no momento da escolha do supermercado. Um dos grandes diferenciais do aplicativo é propiciar a interação com os consumidores da região onde o varejista possui estabelecimento, ou seja, isso evita a perda de informações para os clientes que pertencem a outras regiões e não irão àquela loja devido a distância. Os varejistas, por sua vez, conseguem atender demandas no comércio local – o que garante maior fidelização por parte de quem consome.

“Nossa ideia, é aumentar o fluxo de consumidores no seu estabelecimento, com isso proporcionar um crescimento das vendas”, diz Siqueira. Os supermercados podem divulgar suas promoções segmentadas por frequência de compra, preferência por linha de produto ou marca, idade e sexo – focando num público específico. “Com a Sav@price os estabelecimentos conseguem fazer campanhas baseadas nas sazonalidades ou até mesmo para produtos próximos do vencimento”, completa. Este é um método efetivo quando se leva em consideração o contexto de crise econômica. Promoções e ofertas sempre ligadas a datas específicas têm grande efetividade.

Vantagens para o Varejo

Criar um canal de comunicação dinâmico entre varejista e consumidor é apenas uma das muitas possibilidades que a ferramenta apresenta. Se o lojista estiver com dificuldades para lançar campanhas devido à falta de tempo, ele pode utilizar o portal do Sav@Price para efetuar criações “just in time”. Caso a interação com os clientes também seja um fator problemático por motivos processuais, o app permite que o contato num ambiente totalmente online sem que haja necessidade de instalações.

Organização e gestão de informações são elementos indispensáveis a qualquer varejista. Outro aspecto do aplicativo é justamente a capacidade de permitir a automação de processos referentes a PDV, controle de estoque e ERP do supermercado com a ajuda de um software. Com o fluxo de dados, documentos e registros em ordem, há sobra de tempo para investir em outras demandas internas – e na captação de novos clientes.

O Sav@price possui um portal na internet e aplicativos para iOS (Apple) e Android (Google). O varejista e/ou consumidor só precisa fazer o download nas lojas Apple Store ou Google Play para começar a receber ofertas. Para saber mais, e entender como ser parceiro da plataforma, acesse .
Website: http://www.savprice.com

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Startup cria sites de aniversário e reinventa forma de comemorar

Site ajuda na organização da festa e permite ao aniversariante compartilhar com amigos e familiares todos os preparativos e ainda receber presentes em dinheiro.

Quem se aventura no ramo de festas deve estar pronto para lidar com as mais frequentes dúvidas, anseios e desejos, os quais colocam à disposição uma enorme gama de produtos e serviços a serem oferecidos. Com a busca por exclusividade e inovação, o lema é reinventar.
Startup cria sites de aniversário e reinventa forma de comemorar
Em um tempo em que as pessoas estão cada vez mais conectadas à internet, o site de aniversário é uma maneira de antecipar detalhes da comemoração e envolver os convidados na festa. Com esse tipo de serviço, além de contar a história do aniversariante, é possível enviar mensagens, fazer postagens de fotos, vídeos e presentear de forma prática, através de uma lista de presentes virtuais.

“Há muito espaço para crescer”, diz a diretora do Portal Aniversariei, Cacília Nogueira, que vislumbrou esse nicho no país, ao perceber a crescente necessidade que as pessoas possuem em dividir o que estão fazendo com as outras.
“Atendemos a esse público de aniversariantes e mães de aniversariantes que buscam modernidade e inovação, além da possibilidade de receber presentes em dinheiro”, diz Cacília, 34, ” que assemelha o serviço a uma rede social particular do aniversariante .

A Busca pelo novo

O mercado de festa está em constante renovação, nesse setor é tudo muito rápido e a criatividade relacionada à exclusividade é o que atrai os olhares mais atentos.

A startup surgiu com o objetivo de oferecer soluções completas em festas de aniversário, o portal permite que o aniversariante monte um site para sua festa, podendo escolher um template exclusivo, postar fotos, criar páginas personalizadas e até listar os fornecedores que prestam serviços para o evento. É possível, também, confirmar a lista de convidados, criar lista de presentes virtuais e deixar mensagens ao dono da festa.

Cacília Nogueira é Diretora de Relacionamento do Portal Aniversariei, startup do mercado de eventos, que vem auxiliando pessoas na organização de festas de aniversário de um modo prático e inovador, através da criação de sites modernos e criativos.

Website: https://www.aniversariei.com.br/

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Jovem empreendedora dribla a crise e ajuda mulheres a ter uma renda extra

Em momentos de crise como o que o país vive hoje, são os criativos que se destacam e obtêm sucesso. E é isso que está acontecendo com uma estudante de Relações Públicas que encontrou a solução para a sua vida financeira com adesivos de unha. Ela criou um curso para dividir tudo que aprendeu sobre o assunto e tem ajudado milhares de mulheres a obterem uma renda extra.

Em momentos de crise como o que o país vive hoje, são os criativos que se destacam e obtêm sucesso. E é isso que está acontecendo com uma estudante de Relações Públicas de São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que encontrou a solução para a sua vida financeira com adesivos de unha.
Jovem empreendedora dribla a crise e ajuda mulheres a ter uma renda extra
Priscila Casagrande, hoje com 22 anos, é uma empreendedora por natureza, pois desde muito cedo buscou alternativas para aumentar a sua renda mensal. Apaixonada por moda, beleza e tudo que envolve o mundo feminino, aos 18 anos a jovem queria muito melhorar de vida. Foi então que uma amiga lhe apresentou esta oportunidade com os adesivos de unha . Insegura, investiu em cursos básicos e em materiais para iniciar esta prática.

Após muitas buscas, sentiu que a grande maioria dos cursos não possuíam informações valiosas para quem realmente quer ganhar dinheiro com a venda de adesivos de unhas.
Com pouco investimento Priscila conseguiu um bom lucro, e aos poucos foi mudando completamente sua vida financeira.

Mas a mudança não parou por aí, além do seu próprio sucesso, a empreendedora criou uma forma de ajudar as pessoas, que como ela também procuravam uma maneira de aumentar rua renda no final do mês e, de quebra, se divertir com uma arte prazerosa.

Foi então que ela tomou a decisão de criar o Nails Design Expert ­ Adesivos de Unha.

O curso tem como objetivo ensinar a fazer diferentes tipos de películas de unhas, com materiais dos mais variados e com qualidade garantida. O curso ainda vai além, ela ensinar a vender estas películas de unhas e a ganhar dinheiro de verdade.

Com atitudes como esta, além de mudar a sua própria vida financeira, ela tem como objetivo mudar a vida de muitas outras pessoas.

Website: http://nailsdesignexpert.com.br/

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O mercado de moda plus size no Brasil

Quero compartilhar com vocês um artigo muito interessante do Marcelo Prado do  IEMI – Inteligência de Mercado que divulga dados sobre o segmento de moda plus size.

As “minhas meninas” sabem como é difícil comprarmos roupas, o mercado tem crescido, mas vocês vão ler que esta pesquisa aponta que apenas 1,5% do mercado total de roupas. 1,5%! Nicho! Super nicho!!! Quem sabe assim conseguiremos diminuir as diferenças preconceituosas do mercado!

mulher plus

Leiam a seguir:

Já há algum tempo que tenho lido matérias referentes à importância e a atratividade do mercado de moda Plus Size, no Brasil, onde são citadas muitas estimativas diferentes sobre o seu potencial de consumo, sem, entretanto, o devido respaldo de uma pesquisa aprofundada e criteriosa, acerca das reais dimensões desta relativamente nova linha de produtos.

Diante desta dúvida e do crescente interesse das indústrias de moda por este novo nicho, o IEMI, através do seu painel de pesquisa anual, resolveu assumir o ônus de mensurar a produção de roupas Plus Size, no país, o que vem sendo feito desde 2013. Com a consistência dos dados já comprovada (foram três anos de trabalho para podermos chegar lá), esta é a primeira vez que julgaram oportuno divulgá-los).

O primeiro desafio para conseguir obter uma visão mais precisa deste segmento, sem dúvida nenhuma, foi a definição de um critério claro sobre o que poderia ser classificado como Moda Plus Size. Afinal, sabemos que a fabricação de roupas de “tamanhos grandes” sempre existiu no vestuário, mas nem tudo o que é tamanho grande refere-se à Moda Plus Size, aqui caracterizada pelo desenvolvimento e comercialização de uma coleção específica, pensada e desenvolvida para as mulheres e os homens mais “gordinhos”.

De acordo com este critério, muitos dos produtos que já são ofertados em “tamanhos grandes”, como meias, roupas íntimas, roupas para prática de esportes etc., não foram considerados nessa análise, até porque, em muitos casos, destinam-se a consumidores grandes, ou altos, mas que estão longe de serem “gordinhos”, como por exemplo, jogadores de vôlei e de basquete, praticantes de fisiculturismo etc.

Dessa forma o estudo se concentrou no lançamento de coleções de roupas externas femininas e masculinas (tops e bottons, de uso casual ou social), destinadas a uma fatia cada vez maior da população brasileira, que se encontra acima do peso recomendado, mas que nem por isso abrem mão de se vestirem bem.

Ao todo, o estudo conseguiu identificar ao menos 492 indústrias de confecção, no Brasil, equivalentes a 2,5% do total dos estabelecimentos em atividade no setor, que já desenvolvem coleções específicas para o segmento Plus Size (conforme o critério descrito nesta coluna), com uma produção anual em torno de 45 milhões de peças em 2015, e receitas levemente superiores a R$ 1,0 bilhão de reais (valores líquidos, sem impostos). No varejo, se incluídos os impostos, fretes e o mark up dos lojistas, estamos falando de um valor próximo a R$ 2,5 bilhões, em vendas anuais.

Embora já represente valores consideráveis, o segmento corresponde hoje a apenas 1,5% das vendas totais da linha de roupas externas femininas e masculinas, o que mostra que ainda se encontra muito aquém do seu verdadeiro potencial, principalmente se considerarmos que mais da metade da população brasileira se encontra acima do peso, atualmente.

Por si só, isso já explicaria a alta taxa de crescimento que vem sendo registrada na produção e comercialização destes produtos, no país, mesmo em meio à forte crise que se abateu sobre o mercado de moda no último ano. Para se ter uma ideia, de 2013 a 2015, o segmento avançou nada menos que 7,9% em volumes de peças e quase 13% em receitas nominais.

 

. Indicadores Setoriais

A produção da indústria do vestuário teve aumento de 16,7% no mês de fevereiro de 2016, quando comparado ao mês anterior. No acumulado do ano (jan/fev), segundo a pesquisa industrial mensal do IBGE, o índice registrou queda de (-)9,6% no período e de (-)9,7% nos últimos 12 meses no volume físico produzido.

O índice de vendas no varejo (volume) de vestuários teve recuo de 15,1% no mês de fevereiro em relação ao mês anterior, no ano, acumula queda de 12,0% e de (-)9,7% na variação nos últimos 12 meses. O valor das importações reduziu em 47,9% no primeiro trimestre de 2016 sobre o mesmo trimestre do ano anterior. A taxa média câmbio no primeiro trimestre de 2016 encontrasse em alta (R$ 3,9123), a expectativa é que o valor dessas importações se reduza significadamente ao longo do ano, beneficiando assim a indústria brasileira. Essas importações somaram US$ 434,0 milhões entre janeiro a março de 2016.

As exportações brasileiras de vestuários alcançaram US$ 26,4 milhões no ano, com diminuição de (-)8,2% em relação ao primeiro trimestre de 2015, apesar da elevação recente do câmbio, dando claras demonstrações de recuperação neste indicador, demandará tempo e muito trabalho para gerar os frutos desejados.

Segundo o IBGE, os preços do vestuário no varejo cresceram 0,69% no mês de março de 2016, acumulando 5,94% nos últimos 12 meses.

Conjuntura do Setor de Vestuário no Brasil
1. Produção, emprego, preços (%) No mês No ano Últimos 12 meses
. Produção física volumes (fevereiro/16) 16,7% -9,6% -9,7%
. Vendas no varejo em volumes (fevereiro/16) -15,1% -12,0% -9,7%
. Vendas no varejo em valores (fevereiro/16) -14,9% -6,8% -5,9%
. Preços ao consumidor (março/16) IBGE (1) 0,69% 0,69% 5,94%
2. Comércio Exterior (US$ 1.000) Jan – Mar 16 Jan – Mar 16 Variação (2)
. Exportação (março/16) 28.764 26.396 -8,2%
. Importação (março/16) 833.117 434.025 -47,9%
. Saldo (Exportação – Importação) (dezembro /15) -804.353 -407.629 -49,3%
Fontes: IBGE / SECEX – Elaboração IEMI
Notas: (1) IPCA – Índice de preços ao consumidor amplo da cesta de produtos de vestuário – Brasil
           (2) Variação de janeiro a março de 2016 contra janeiro a março de 2015
 Assinatura: Marcelo V. Prado é sócio-diretor do IEMI – Inteligência de Mercado, e membro do Comitê Têxtil da FIESP .