Campanha, carreira, educação, empreendedorismo

O que a resiliência e a educação empreendedora podem fazer pelo seu filho?

Estudo comprova que crianças que crescem em lares onde o empreendedorismo é tido como estilo de vida e a resiliência uma importante ferramenta para a formação terão maiores chances de se tornar um adulto de sucesso

resiliencia

Tenho ouvido João Kepler falar sobre a resiliência há um bom tempo porque assim como ele, sempre acreditei ser fundamental as pessoas desenvolverem a característica de absorver os acontecimentos e se reinventarem de forma a voltarem a ser o que eram antes ou pessoas ainda melhores, moldadas e experientes. Desenvolver a capacidade de se adaptar as mudanças e ser flexível diante delas ao ponto de usá-las a seu favor, por si só já é motivo de admiração.

A seguir, compartilho texto de Kepler a respeito de como a resiliência e a educação podem contribuir para a formação das crianças, vejam…

Tive acesso a uma pesquisa que só fez confirmar toda a minha teoria fundamenta na prática de vida e de mercado, afinal, a resiliência é uma característica comum (ou deveria ser) a qualquer empreendedor. Duas psicólogas desenvolveram um estudo com 700 crianças que nasceram na ilha de Kauai, no Havaí, no ano de 1955. O incrível e revelador é que mais de 60 anos depois os resultados comprovam a importância do papel dos pais enquanto mentores, orientadores.

Emmy Werner e Ruth Smith dividiram as crianças em dois grupos, condições favoráveis que era composto por aqueles com uma família estruturada e amorosa e estabilidade financeira e no outro estavam às crianças de famílias muito pobres, doenças na família, pais alcoólatras e violência doméstica também eram fatores de risco no segundo grupo. As crianças foram avaliadas em diferentes idades: com 1, 2, 10, 18, 32 e 40 anos. Só por essa divisão a grande maioria de forma natural apostaria que o segundo grupo apresentaria mais problemas ao longo da vida, certo? Ficou comprovado que isso era verdade para duas em cada três crianças do grupo de risco, mas o fato é que aquele um terço surpreendeu os cientistas.

As pesquisadoras os definiram de uma forma bem interessante, foram chamados de “vulneráveis, mas invencíveis” e passaram a vida adulta sem problemas significativos. Por que essa definição? Constataram que eram competentes, confiantes e carinhosos, e deram a essa capacidade de se adaptar e superar os fatores de risco o nome de “resiliência”. Os estudiosos identificaram três fatores que impulsionaram a resiliência nas crianças de Kauai: a sua própria personalidade, um cuidador de confiança e a sensação de pertencimento a uma comunidade.

Citei essa pesquisa para mostrar que comprovadamente as crianças enxergam nos pais um espelho, principalmente nos primeiros anos de vida e que a sensação de confiança e pertencimento faz com elas possam desenvolver sua personalidade da melhor forma possível. Note ainda que os “invencíveis” eram, desde pequenos, reconhecidos como ágeis, espertos, encontraram pelo menos uma pessoa para ser sua “âncora” no caos familiar: seja um dos pais, um avó ou um professor, por exemplo. Com essa pessoa, puderam estabelecer um laço de carinho e confiança.

E o mais interessante e o que quero destacar neste artigo é que assim como adotar um estilo de vida empreendedor a resiliência pode sim ser aprendida. Pesquisas recentes associam a resiliência com a plasticidade cerebral, a capacidade do nosso cérebro de se adaptar a condições adversas. Por isso, a líder atual do projeto, Lali McCubbin, “defende que a resiliência seja vista mais como um processo do que algo que uma criança tem e a outra não”.

Acabei de lançar recentemente o livro Educando Filhos para Empreender – Editora Ser Mais (Literare Books), e nele falo justamente que é possível se tornar um empreendedor no sentido mais amplo da palavra. Nem todo mundo nasce cheio de ideias e vontade de fazer diferente, mas acredito que assim como a pesquisa mostrou em relação à resiliência que todos e, principalmente, as crianças podem ser treinadas e adquirir ao longo da vida características para melhorar a forma com que lidam tanto com os maiores desastres quanto com os estresses do dia a dia, pode ser também com o empreendedorismo.

Na minha visão, ser empreendedor é muito mais que abrir o próprio negócio, trata-se de uma atitude, da forma de enxergar e encarar as coisas, é uma forma de agir (e reagir), de pensar e de viver. Acredito que as pessoas que absorvem tais características estarão sempre um passo à frente, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Defendo a teoria de que os pais precisam preparar seus filhos para o mundo e não tentar mudar o mundo para eles. Dê ao seu filho a chance de ver o mundo com outros olhos, o da resiliência e do empreendedorismo, que juntos podem ajudar a construir o futuro sonhado.

O livro Educando Filhos para Empreender pode ser encontrado no site da Livraria Saraiva: http://www.saraiva.com.br/educando-filhos-para-empreender-9349494.html

 

Sobre João Kepler:
Reconhecido como um dos Palestrantes mais sintonizados com Inovação e Convergência Digital do Brasil; Especialista em e-commerce, marketing, empreendedorismo e vendas; Investidor Anjo, líder do Núcleo Nordeste da @AnjosdoBrasil; Participa em mais de 40 Startups; Associado nas Investidoras Bossa Nova Investimentos e Seed Participações; Lead Partner da Plataforma @DealMatch; Cotista e Mentor nas aceleradoras@StartYouUp, @85Labs e @Aceleratech; Premiado como melhor Investidor Anjo de 2015 no prêmio Spark Awards da Microsoft, Empreendedor Serial, Conselheiro da @GCSM Global Council of Sales Marketing, CEO na plataforma SDI de Event Ticketing; Colunista de diversos portais no Brasil; Palestrante Internacional; Escritor, autor e coautor de Livros [O Vendedor na Era Digital] e [Vendas & Atendimento]; [Gigantes das Vendas] e [Educando Filhos para Empreender]; Premiado em 2013, 2014 e 2015 como um dos maiores Incentivadores do Ecossistema Empreendedor Brasileiro; Espalhador de Ideias Digitais e Melhores Práticas em Negócios.
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O site Profissão Artesanato lança curso gratuito para ensinar artesãos a venderem seus trabalhos pela internet

O sonho de muitos artesãos é conseguir viver de artesanato. Muitas vezes esse sonho parece inalcançável e inatingível. Pensando nisso, o site Profissão Artesanato está promovendo um curso online gratuito onde os alunos aprenderão a usar o maior site de compra e venda de artesanato do Brasil, o Elo7.

O site Profissão Artesanato lança curso gratuito para ensinar artesãos a venderem seus trabalhos pela internet

Muitos artesãos se perguntam como ganhar dinheiro com artesanato e se é possível viver exclusivamente dele. O que poucos sabem é que o mercado de artesanato cresce cada dia mais e é possível aproveitar esse crescimento de formas bem simples.

O Elo7, maior site de compra e venda de artesanato do Brasil, recebe milhões de visitas mensalmente e movimenta um enorme valor financeiro. Criado em 2008, tem crescido a passos largos e atraído cada vez mais a atenção de artesãos interessados em divulgar seu trabalho. Os números divulgados são fantásticos, a cada segundo são feitas mais de 20 pesquisas internas no Elo7, o que o torna um excelente local para divulgação e venda de artesanato.

Uma das maiores vantagens do Elo7 é que ele inclui os produtos cadastrados em suas campanhas de marketing e remarketing, atraindo assim mais pessoas interessadas, sem precisar gastar com publicidade.

O curso Elo7 Essencial foi idealizado para todos aqueles que sonham em ter o artesanato como sua principal fonte de renda.

O curso ensina desde o cadastro no Elo7, até assuntos mais técnicos como a otimização de conteúdo e técnicas de relacionamento com o cliente, tudo de forma bem didática.

O curso é online e 100% gratuito, não é necessário nenhum tipo conhecimento específico.

Após concluir o curso você poderá criar sua loja facilmente de forma prática e sem segredos, personalizar a aparência da loja deixando-a com a identidade visual do seu negócio. Poderá também cadastrar seus produtos da forma correta alcançando assim mais pessoas. Além disso, durante o curso você aprenderá as melhores estratégias para fazer com que seus produtos tenham destaque e consequentemente você venda mais, e as melhores práticas para atrair novos clientes e manter os que já compraram.

No site Profissão Artesanato você pode ter mais informações sobre o curso.

Website: http://profissaoartesanato.com.br/

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Ética na Era Digital no III Fórum de Comunicação e Marketing da ANEC

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Amigos e amigas a ANEC – Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza de 11 a 13 de maio, o III Fórum Nacional de Comunicação e Marketing, no Colégio Damas, em Recife (PE).  O evento vai promover a troca de experiências entre os profissionais da área, com informações sobre ética, direito, marcas, marketing digital, design Thinking, redes sociais e outros.

“Ética na Era Digital” foi o tema escolhido para esta edição que traz na programação palestras e workshops. Estas oficinas serão voltadas para elaboração de cerimonial, planejamento do marketing digital, dicas para sobreviver nas Redes Sociais e design thinking.

Forum Mkt ANEC22222O tema principal será ministrado pela coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação, Martha Gabriel. As duas outras palestras irão tratar sobre “Direito Digital” ministrado pelo assessor jurídico da Associação das Religiosas da Instituição Cristã e membro do GT de Assessores da ANEC, Sr. Helder Nascimento e “O lado bom da força: Marcas e Éticas na era digital” ministrada pela publicitária e jornalista, Izabela Domingues.

O evento é voltado para profissionais de comunicação: jornalistas, assessores de Imprensa/comunicação, gestores de comunicação e marketing, designers, web designers, atendimento publicitário, analistas de redes sociais, relações institucionais, publicitários, produção audiovisual, professores/pesquisadores da área de comunicação, analista de marketing e gestores de instituições de educação.

Inscrições e mais informações em: http://www.anec.org.br/comunicacaoemarketing – Inscreva-se até  6 de maio. As vagas são limitadas!

 

Participarei da mesa-redonda do último dia. Espero vocês lá!

educação, empreendedorismo, evento

V Virada Empreendedora será realizada neste fim de semana

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Nos dias 25 e 26 de abril acontece em São Paulo a quinta edição da Virada Empreendedora com o tema “Empreenda, Mude o Brasil”. O evento que já se consagrou como um dos maiores sobre empreendedorismo no Brasil terá novamente 24 horas ininterruptas de atividades na Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O evento terá diversas arenas com apresentações simultâneas de temas que ajudarão os empreendedores a pensarem estrategicamente seus atuais ou futuros negócios, além de uma Feira de Negócios e muito relacionamento, confira:

ARENA INSPIRAÇÃO – Como o próprio nome diz, o objetivo dessa Arena é levar muita inspiração e modelos de sucesso com histórias de empreendedores que você não imagina existir no Brasil.

ARENA FUTURES THINKING E INOVAÇÃO APLICADA – Os participantes irão conhecer melhor e praticar como definir uma proposta de valor robusta e sustentável para seu negócio atual ou futuro.

ARENA E-COMMERCE – Uma programação voltada especialmente para pequenos e médios varejistas, que atuam no comércio eletrônico brasileiro, o setor que cresce mais do que o PIB do País.

ARENA DIGITAL – Arena de caráter prático, focada em oficinas em que os participantes possam vivenciar soluções digitais na prática e sair com campanhas “rodando”.

ARENA COWORKING FOUNDERS – Compartilhar espaço, potencializar experiências, colaborar para fazer os sonhos acontecerem… é assim que essas pessoas estão desenvolvendo seus negócios. A Arena Coworking Fouders vai incubar esse pessoal para gerar novas ideias e levar todo mundo além.

ARENA STARTUP RUN + PITCH FIGHTS – O PitchFights é uma competição de ideias, na qual os participantes irão em apenas um dia montar uma ideia de negócio e colocá-la à prova em um ambiente eletrizante!

ARENA EMPREENDEDORISMO SOCIAL – A Arena funcionará como uma dinâmica conhecida como World Café. Cada participante trata de determinado assunto em uma mesa com um especialista durante aproximadamente 40 minutos. Os empreendedores poderão interagir entre si, uma oportunidade de fazer novos contatos. Passado o tempo o grupo se desfaz e a pessoa vai para outra mesa, discutindo um tópico diferente.

ARENA MELHORES MENTORES –  Empreendedores experientes irão dedicar tempo a atender dúvidas sobre sua ideia ou seu negócio.

ARENA SUA EMPRESA VAI VIRAR – A arena traz uma programação cheia de dicas interessantes ao empreendedor brasileiro que está pensando em como transformar seu negócio em algo maior ou ainda como fazê-lo “virar”.

ARENA EMPREENDEDORISMO CRIATIVO – Espaço CEMEC durante a madrugada de sábado para domingo.

A Virada Empreendedora é realizada de forma totalmente colaborativa, seja por parte dos curadores das “Arenas de Conteúdo”, seja por parte das parcerias estratégicas de serviços e materiais para a realização do evento.

“A realização do evento é um grande desafio. Também sou pequena empreendedora e não disponho de muita verba, mas graças à disposição de pessoas muito bacanas que trabalham para a fomentação do empreendedorismo no Brasil, a Virada Empreendedora vem se consagrando com grande sucesso”, diz Ana Fontes, curadora do evento.

A V Virada Empreendedora é realizada pela Rede Mulher Empreendedora, portal de apoio a mulheres de negócios, e pelo Natheia, um espaço de Coworking. O evento conta com o apoio da FGV (GVcenn) e com o patrocínio da Neolaw.

LOCAL: Fundação Getúlio Vargas – rua Itapeva 432 (próximo ao metrô Trianon-Masp)

Na madrugada: Rede CEMEC – rua Sílvia, 423 – Bela Vista – São Paulo – SP
HORÁRIO: das 14h00 do dia 25 de abril às 14h00 do dia 26 de abril de 2015.

Para ver a programação completa do evento e fazer a sua inscrição acesse www.viradaempreendedora.com.br

educação, inglês

Veja os sete erros mais comuns de brasileiros em inglês, segundo professores

Você acha que está arrasando no inglês e seu ouvinte tem problemas em entender o que está sendo dito? Conversamos com professores de grandes escolas de idioma para apontar quais são os erros mais comuns
que os brasileiros cometem ao se aventurar na língua inglesa.

Confira abaixo os erros apontados por Élvio Peralta, diretor superintendente da Fundação Fisk, Janine
Barbosa, gerente da Cultura Inglesa, e Rodrigo Bucollo, coordenador da Wizard.

1. To have como haver
Por similaridade com o português, um dos erros comuns cometidos por brasileiros é usar o verbo `to have` (ter) com o sentido de haver ou de existir.

Erro: `Have only 5 girls in my classroom.
Correto: `There are only 5 girls in my classroom.

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design thinking, educação, empreendedorismo

Primeira escola brasileira de design thinking

Vejam que legal a matéria do Draft sobre a primeira escola de Design Thinking do Brasil!

Inovação para um mundo melhor: este é o modelo de sucesso da primeira escola de Design Thinking do Brasil

Renata Reps
Ricardo e Juliana, os fundadores da escola.
Ricardo e Juliana, os fundadores da escola.

“Nós acreditamos profundamente que dá para criar negócios incríveis sem investir um centavo.” A máxima de Ricardo Ruffo, 32, que juntamente à companheira de vida e de carreira Juliana Proserpio, 29, fundou a primeira Escola de Design Thinking  do Brasil, é de causar borboletas no estômago de todo empreendedor em início de trajeto. Ricardo e Juliana contam como chegaram até aqui de forma rápida, certeira e objetiva. Parece, realmente, que não têm um segundo a perder – e se tiverem, vão aproveitá-lo da melhor forma possível.

Ricardo é administrador de empresas e Juliana é designer. Apesar das duas carreiras não serem exatamente parecidas, os dois tinham muita vontade de abrir um negócio juntos. Juliana deu o passo inicial: em seus estudos pessoais, ela devotava uma atenção especial ao design thinking e ao design estratégico. Porém, no estúdio em que trabalhava, não havia muito espaço para colocar esse tipo de interesse em prática.

Na mesma época, Ricardo fazia um curso de extensão na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi lá também que, um dia, ele ouviu falar desse “tal” de design thinking, e ligou na hora para compartilhar a descoberta com Juliana. Foi neste momento que os dois interesses se encontraram e eles viram que era possível aplicar o conceito a novos negócios que se abriam e à resolução de problemas sociais, que era o que mais desejavam, como diz Juliana:

“Queremos resolver questões reais da sociedade, como a questão da água em São Paulo, ou propor formas concretas de melhorar a vida de pacientes com câncer. Queremos projetos que tenham uma necessidade social envolvida”

Mas o que é, exatamente, design thinking? “É um acelerador de inovação. Um processo centrado no ser humano que resolve problemas complexos a partir de uma abordagem criativa que busca olhar uma situação por diferentes pontos de vista”, explica a designer.

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comunicação, educação, marketing

Desafios da carreira de Marketing começam na escolha da graduação

Sem dúvida para mim este é um tema relevante, que deveria ser mais estudado. Como reflexão, gostei bastante do texto abaixo da Mundo do Marketing.

Sem muitas opções de bacharelado específicas para a área, estudantes optam por cursos de graduação em administração, publicidade e propaganda e até design, além de tecnólogo

Além de canalizar esforços para vender produtos e serviços, o papel do profissional de Marketing nas companhias é, mais do que nunca, o de satisfazer, engajar e encantar o consumidor. E, para isso, as pessoas que atuam nesta área contam com ferramentas de precificação, comunicação, distribuição, criação e desenvolvimento de ofertas. As habilidades requisitadas daqueles que escolheram a carreira remetem a diversas áreas de conhecimento, o que acaba por multiplicar os caminhos possíveis de serem percorridos para se conquistar uma vaga no departamento de uma empresa.

Existem poucas opções de cursos de bacharelado em Marketing, como os oferecidos pela USP, em São Paulo, pela Unifacs, em Salvador, pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), em Petrópolis (RJ) e pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. O mercado opta por mesclar profissionais oriundos de diferentes campos para atuarem em uma atividade que exige competências variadas. A maioria das pessoas que se interessam pela área conclui a graduação em administração, em publicidade e propaganda, ou mesmo se forma como tecnólogo em Marketing. A escolha deve ser feita tendo como base o objetivo do aluno a médio e longo prazo.

Cada um dos percursos abrirá mais facilmente determinadas portas. “Quem deseja trabalhar em agência precisa ter um perfil muito forte de criação e optar pelo bacharelado em comunicação com ênfase em publicidade e propaganda. Outra possibilidade é entrar em um curso de administração, que abre um campo amplo e a oportunidade para uma especialização em Marketing. Esse aluno tenderá a se tornar um gestor na área, trabalhando com o desenvolvimento do produto ou serviço, do preço e da distribuição no ponto de venda”, afirma Marcelo Guedes, Chefe do Departamento de Marketing da ESPM-Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Design em alta
O mercado vem absorvendo também alguns profissionais formados em Design, quando há uma especialização na área de desenvolvimento de produto. São valorizadas suas habilidades criativas e sua sensibilidade para tendências no mercado e mudanças no comportamento do consumidor. Eles costumam perceber esses movimentos com mais facilidade por estarem sempre atentos ao mundo das artes.

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