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Capacitação “Marketing Estratégico em IES” terá início dia 1º de agosto

 

Universidade Corporativa Semesp inicia novo curso EAD em parceria com a FIA

 O Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior inicia no próximo dia 1º de agosto o curso a distância “Marketing Estratégico em IES”, em parceria com a Fundação Instituto Administração (FIA). O curso, com uma carga horária de 18 horas, visa capacitar os profissionais para aplicação de conceitos, práticas, técnicas e ferramentas gerenciais mais atualizados em Marketing.

marketing-estrategico“O objetivo desse curso é preparar os profissionais de marketing para ocupar níveis hierárquicos superiores, além de introduzir os participantes na discussão de conceitos considerados ainda de fronteira da ciência no campo de marketing estratégico”, adianta o coordenador da Universidade Corporativa Semesp, prof. Dr. Marcio Sanches.

Segundo Sanches, podem participar da capacitação profissionais da área de marketing que atuam em Instituições de Ensino Superior e buscam reciclagem e especialização, que trabalham em outras áreas da IES, mas que percebem a necessidade do conhecimento sobre Marketing Estratégico e ingressantes na área marketing em IES que precisam adquirir os conhecimentos necessários para o desempenho das novas funções.

Os principais conceitos do curso serão explicados com ênfase em videoaulas. As aulas terão dinâmica muito próxima das presenciais e o material de apoio será exclusivo para o curso, associado aos vídeos. O tutor Riccardo V. Morici auxiliará o aluno na resolução de dúvidas. Os Quizzes fixarão o conteúdo e reforçarão a aprendizagem. O Fórum estimulará debates, troca de ideias e conhecimento. Já o estudo de caso, apresentado durante o curso, fará com que o aluno teste na prática o que aprendeu na teoria, formulando um plano estratégico de marketing para captar e reter alunos. 

O conteúdo do curso é dividido em: Marketing Estratégico: Marketing–Natureza das necessidades do cliente ao valor percebido e relevância; Processo de gestão de Marketing, esferas estratégicas e táticas; segmentação de mercado, seleção de alvo e posicionamento; estratégias para novos mercados e mercados correntes; Mix de Marketing: uma visão panorâmica; decisões de produto, preço e distribuição; Plano de Marketing – consolidação das decisões tomadas como guia de ação. Marketing estratégico aplicado às IES: estudos de caso.

“A FIA entra com a produção, operacionalização e certificação dos cursos e o Semesp completa as aulas com mais duas horas de cases específicos do ensino superior”, explica Carlos Eduardo Furlanetti, diretor de cursos do LabFin Provar, da FIA. Segundo Furlanetti os cursos da FIA em EAD são dinâmicos e têm como vantagens “um aprendizado para adquirir conhecimento aplicado no dia a dia melhorando resultados; cursos considerados no índice da Financial Times com os melhores das 30 maiores escolas do país e ainda um modelo que privilegia aulas com mestres e doutores renomados e otimamente avaliados em cursos presenciais”.

Serviço:
Marketing Estratégico em IES
Início: dia 1º de agosto

Inscrições
Informações: universidadecorporativa@semesp.org.br
Telefone: (11) 2069-4444.
Associado Semesp: R$ 540,00
Não-associado: R$750,00

 

Prof. Riccardo V. Morici – é mestre em Business Administration pela Ohio University, em História da Ciência, com foco na História do Marketing, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. É pós-graduado em General Management pela Havard Business School. MBA Corporativo pela FGV. MBA Executivo Internacional pela FGV. CEAG (especialização em Administração de Empresas) com ênfase em Marketing pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo – EAESP-FGV. Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli-USP. Professor dos cursos de pós-graduação e MBA da Fundação Instituto de Administração – FIA para as disciplinas de Marketing Estratégico, Gestão de Marketing, Gestão de Marketing no Varejo e Planejamento Estratégico.
Sobre a Universidade Corporativa Semesp
Criada em junho de 2014, pelo Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior, a Universidade Corporativa Semesp tem como objetivo capacitar e qualificar os profissionais de instituições de ensino superior, difundindo conhecimentos, técnicas e valores considerados fundamentais para o sucesso do ensino superior no Brasil. Desde sua criação já formou e capacitou cerca de 200 profissionais.
Portal: www.uc.semesp.org.br
 Atendimento à Imprensa: Ana Purchio/ 11 2069-4419 / imprensa@semesp.org.br

 

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Campanha, carreira, educação, empreendedorismo

O que a resiliência e a educação empreendedora podem fazer pelo seu filho?

Estudo comprova que crianças que crescem em lares onde o empreendedorismo é tido como estilo de vida e a resiliência uma importante ferramenta para a formação terão maiores chances de se tornar um adulto de sucesso

resiliencia

Tenho ouvido João Kepler falar sobre a resiliência há um bom tempo porque assim como ele, sempre acreditei ser fundamental as pessoas desenvolverem a característica de absorver os acontecimentos e se reinventarem de forma a voltarem a ser o que eram antes ou pessoas ainda melhores, moldadas e experientes. Desenvolver a capacidade de se adaptar as mudanças e ser flexível diante delas ao ponto de usá-las a seu favor, por si só já é motivo de admiração.

A seguir, compartilho texto de Kepler a respeito de como a resiliência e a educação podem contribuir para a formação das crianças, vejam…

Tive acesso a uma pesquisa que só fez confirmar toda a minha teoria fundamenta na prática de vida e de mercado, afinal, a resiliência é uma característica comum (ou deveria ser) a qualquer empreendedor. Duas psicólogas desenvolveram um estudo com 700 crianças que nasceram na ilha de Kauai, no Havaí, no ano de 1955. O incrível e revelador é que mais de 60 anos depois os resultados comprovam a importância do papel dos pais enquanto mentores, orientadores.

Emmy Werner e Ruth Smith dividiram as crianças em dois grupos, condições favoráveis que era composto por aqueles com uma família estruturada e amorosa e estabilidade financeira e no outro estavam às crianças de famílias muito pobres, doenças na família, pais alcoólatras e violência doméstica também eram fatores de risco no segundo grupo. As crianças foram avaliadas em diferentes idades: com 1, 2, 10, 18, 32 e 40 anos. Só por essa divisão a grande maioria de forma natural apostaria que o segundo grupo apresentaria mais problemas ao longo da vida, certo? Ficou comprovado que isso era verdade para duas em cada três crianças do grupo de risco, mas o fato é que aquele um terço surpreendeu os cientistas.

As pesquisadoras os definiram de uma forma bem interessante, foram chamados de “vulneráveis, mas invencíveis” e passaram a vida adulta sem problemas significativos. Por que essa definição? Constataram que eram competentes, confiantes e carinhosos, e deram a essa capacidade de se adaptar e superar os fatores de risco o nome de “resiliência”. Os estudiosos identificaram três fatores que impulsionaram a resiliência nas crianças de Kauai: a sua própria personalidade, um cuidador de confiança e a sensação de pertencimento a uma comunidade.

Citei essa pesquisa para mostrar que comprovadamente as crianças enxergam nos pais um espelho, principalmente nos primeiros anos de vida e que a sensação de confiança e pertencimento faz com elas possam desenvolver sua personalidade da melhor forma possível. Note ainda que os “invencíveis” eram, desde pequenos, reconhecidos como ágeis, espertos, encontraram pelo menos uma pessoa para ser sua “âncora” no caos familiar: seja um dos pais, um avó ou um professor, por exemplo. Com essa pessoa, puderam estabelecer um laço de carinho e confiança.

E o mais interessante e o que quero destacar neste artigo é que assim como adotar um estilo de vida empreendedor a resiliência pode sim ser aprendida. Pesquisas recentes associam a resiliência com a plasticidade cerebral, a capacidade do nosso cérebro de se adaptar a condições adversas. Por isso, a líder atual do projeto, Lali McCubbin, “defende que a resiliência seja vista mais como um processo do que algo que uma criança tem e a outra não”.

Acabei de lançar recentemente o livro Educando Filhos para Empreender – Editora Ser Mais (Literare Books), e nele falo justamente que é possível se tornar um empreendedor no sentido mais amplo da palavra. Nem todo mundo nasce cheio de ideias e vontade de fazer diferente, mas acredito que assim como a pesquisa mostrou em relação à resiliência que todos e, principalmente, as crianças podem ser treinadas e adquirir ao longo da vida características para melhorar a forma com que lidam tanto com os maiores desastres quanto com os estresses do dia a dia, pode ser também com o empreendedorismo.

Na minha visão, ser empreendedor é muito mais que abrir o próprio negócio, trata-se de uma atitude, da forma de enxergar e encarar as coisas, é uma forma de agir (e reagir), de pensar e de viver. Acredito que as pessoas que absorvem tais características estarão sempre um passo à frente, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Defendo a teoria de que os pais precisam preparar seus filhos para o mundo e não tentar mudar o mundo para eles. Dê ao seu filho a chance de ver o mundo com outros olhos, o da resiliência e do empreendedorismo, que juntos podem ajudar a construir o futuro sonhado.

O livro Educando Filhos para Empreender pode ser encontrado no site da Livraria Saraiva: http://www.saraiva.com.br/educando-filhos-para-empreender-9349494.html

 

Sobre João Kepler:
Reconhecido como um dos Palestrantes mais sintonizados com Inovação e Convergência Digital do Brasil; Especialista em e-commerce, marketing, empreendedorismo e vendas; Investidor Anjo, líder do Núcleo Nordeste da @AnjosdoBrasil; Participa em mais de 40 Startups; Associado nas Investidoras Bossa Nova Investimentos e Seed Participações; Lead Partner da Plataforma @DealMatch; Cotista e Mentor nas aceleradoras@StartYouUp, @85Labs e @Aceleratech; Premiado como melhor Investidor Anjo de 2015 no prêmio Spark Awards da Microsoft, Empreendedor Serial, Conselheiro da @GCSM Global Council of Sales Marketing, CEO na plataforma SDI de Event Ticketing; Colunista de diversos portais no Brasil; Palestrante Internacional; Escritor, autor e coautor de Livros [O Vendedor na Era Digital] e [Vendas & Atendimento]; [Gigantes das Vendas] e [Educando Filhos para Empreender]; Premiado em 2013, 2014 e 2015 como um dos maiores Incentivadores do Ecossistema Empreendedor Brasileiro; Espalhador de Ideias Digitais e Melhores Práticas em Negócios.
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Empreendimento de sucesso: marketplace para freelancers

Em operação há seis meses, Vinteconto teve investimento inicial de R$ 57 mil. Empresa deve vender mais de 10 mil serviços até o fim do ano, na maioria, por R$ 20.

Empreendedora fatura R$ 500 mil em marketplace para freelancers e empresas

Em momentos de crise financeira, uma das melhores iniciativas para driblar a recessão é apostar na capacidade e no talento profissional individual. E trabalhar como freelancer sempre foi uma das aptidões de Monique Medeiros Costa de 31 anos, brasileira e residente na Inglaterra, que transformou suas habilidades em um negócio bastante lucrativo. Em novembro de 2015, ela lançou a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/), um marketplace onde é possível pagar um preço fixo de R$ 20 por quase qualquer serviço ou produto.

Ao se mudar para a Finlândia em 2007, Monique enfrentou dificuldades de adaptação em sua nova vida no exterior, como a barreira linguística, preconceito e o frio extremo na cidade de Helsinki, onde morava (as temperaturas beiravam os 30 graus negativos). “Era muito difícil conseguir qualquer emprego por causa da falta de fluência no idioma, pelo fato de ser brasileira e além do frio que era assustador, mas eu queria continuar no País pela experiência, já que tinha amigos e queria continuar aprendendo inglês. Por isso, mantinha anúncios para cuidar de crianças em sites na Internet”, conta.

Até que certo dia Monique recebeu uma ligação de um senhor, muito educado, para a oportunidade de babá. Ele morava em uma mansão e colecionava vários troféus e roupas de piloto de Fórmula 1. “Eu mal sabia de que se tratava do Mika Salo, o famoso piloto. Consegui trabalhar com a família dele porque eles queriam que suas crianças se comunicassem em inglês desde pequenos”, relembra.

Monique morou no país nórdico por seis anos e chegou a trabalhar como vendedora em feiras roupas. Esse emprego foi tão lucrativo que ela conseguiu abrir sua própria loja de roupas no centro da cidade de Helsinki. Mas o destino guardava um episódio dramático para a família Medeiros. Isso porque, após vários exames, seu marido foi diagnosticado com um tipo raro de tumor no joelho e que o deixou em uma condição incapaz de executar qualquer atividade, por um longo período de tempo.
Por conta disso e da barreira linguística, Monique e sua família se mudaram para a Inglaterra, já que todos eles eram fluentes em inglês. Lá, Monique começou a procurar por opções para trabalhar em casa enquanto não conseguia montar um outro negócio. “Eu já tinha fluência em inglês e procurava por uma oportunidade que me desse a liberdade para trabalhar em qualquer lugar, além de poder estar nos eventos da escola do meu filho e acompanhar o seu crescimento”.

A ideia

A empreendedora é adepta do modelo de trabalho “home based”, onde o profissional tem a possibilidade de trabalhar em casa, como se estivesse na empresa. “Não acho produtiva a ideia de ter que me prender a um escritório e cumprir com o mesmo horário todos os dias. Prefiro a liberdade, pois acredito que a falta dela mata a criatividade e a inspiração”, explica.

Inspirada, Monique aperfeiçoou seus talentos e fez de traduções a ações de marketing para empresas na Inglaterra que atuavam no Brasil. Isso fez com que ela se apaixonasse ainda mais pela ideia de unir a liberdade de poder trabalhar em casa, com aquilo que amava. “Na época eu trabalhava bastante e ganhava um bom dinheiro. Fui ficando cada vez mais apaixonada pela vida de freelancer”, recorda.

Foi então que Monique tomou uma decisão que iria mudar o rumo da sua vida e da sua família: montar o próprio negócio. Avaliando a crise no Brasil, já que trabalhava também com pesquisa de mercado, a empreendedora resolveu apostar tudo o que tinha em seu marketplace, serviço muito popular no exterior. “Eu pensei também em ajudar os milhares de desempregados no Brasil a terem uma renda extra, oferecendo a mesma solução que eu encontrei quando o destino me obrigou a trabalhar em casa, ou até dar um empurrãozinho para começarem seu próprio negócio, assim como eu fiz, mesmo com pouco capital de investimento”, explica.

Foi daí que surgiu a ideia da Vinteconto, um local onde todos poderiam comprar e vender serviços e criar a própria história, fazendo aquilo que amavam.

“Faltava um marketplace onde os clientes pudessem encontrar algo a mais do que serviços gráficos, tradução ou marketing. Na Vinteconto, reunimos profissionais das mais diferentes áreas, estudantes e donas de casa que ajudam nas tarefas do dia a dia para àqueles que não têm tempo de fazer, assim todo mundo ganha”, explica. Para a empresária as outras plataformas são muito focadas na criação de gráficos, marketing e tradução, enquanto que na Vinteconto, estudantes podem ajudar como assistente virtual e as “senhorinhas” podem vender seus artesanatos. “É acessar a plataforma e ver como você pode facilitar o seu dia a dia, empregando um pessoal que está a fim de trabalhar e que vai dar o maior valor pela liberdade em trabalhar em casa e ganhar por isso”, destaca.

No entanto, o processo de desenvolvimento da plataforma não foi nada fácil. Para começar a Vinteconto, Monique investiu um total de R$ 57 mil de suas economias. A empreendedora começou com um site bem simples que vendia pequenos serviços e tarefas simples do dia a dia. Aos poucos, ela foi adaptando o conceito de marketplace de compra e venda de serviços e produtos ao melhor sistema de gerenciamento de dados, para criar uma plataforma que pudesse oferecer maior agilidade e praticidade para o freelancer poder vender e o cliente comprar o serviço com tranquilidade.
A todo o vapor

Recentemente, a empreendedora lançou a nova função “carreira”, destinada a profissionais de todas as áreas que poderão oferecer desde cursos prontos, treinamentos, e-books e até aulas virtuais ao vivo. Com isso, Monique pretende abrir um leque ainda maior de oportunidades para que os freelancers possam monetizar seus trabalhos.

A plataforma já dispõe de uma diversificada e qualificada comunidade, com mais de 1 mil serviços cadastrados. Trata-se de milhares de profissionais que optaram pelo trabalho de freelancer, garantindo a execução de seus serviços e tarefas com altíssima qualidade.

Benefícios para o freelancer que oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão de compra sabendo exatamente o que esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto se reserva a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Vantagens para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques. A facilidade em usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria de serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes. Outro diferencial é o preço, uma verdadeira pechincha. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente, se para ele o serviço é algo simples e que tenha muita praticidade em fazer. A Vinteconto dispõe de centenas de serviços a partir de R$ 20, que custariam centenas de reais em outros lugares.

Sobre a Vinteconto

Fundada em 2015, a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/) é uma plataforma pioneira no Brasil de compra e venda de tarefas e serviços, com preços fixos, em sua maioria por R$ 20,00. Atualmente, já conta com milhares de serviços através da sua comunidade de freelancers. O objetivo da Vinteconto é oferecer a micro, pequenas empresas e profissionais de todas as áreas os mais variados tipos de trabalhos profissionais.

https://www.facebook.com/Vinteconto¬

Informações à Imprensa
Bruno Bersano – bruno.bersano@bersano.com.br
11 + 3856-8219
www.bersano.com.br
carreira, empreendedorismo

Do acaso à posição de dama da hotelaria

A fundadora da operadora Blue Tree, Chieko Aoki costuma desafiar prestadores de serviço e dar suporte para fazê-los crescer

SCA SÃO PAULO 22/10/2014 - OPORTUNIDADES/ CLASSIFICADOS - CHIEKO AOKI - Fotos de Chieko Aoki, dona da rede Blue Tree Hotels.FOTO SERGIO CASTRO/ESTADÃO CONTEÚDO.

No País, ela é conhecida como a dama da hotelaria. Em sua galeria de prêmios, vários a colocam entre as mulheres mais influentes do Brasil e da América Latina. Mas a fundadora da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki, afirma que entrou no mundo dos negócios por acaso.

Ela conta que seu marido era dono da rede de hotéis Caesar Park, com unidades espalhadas por grandes cidades de vários países. “Quando seu sócio saiu, ele ficou sem administrador. Entrei para apagar o incêndio. No início, ocupei a diretoria de vendas e marketing”, conta.

Claro que o fato de ser formada em direito pela Universidade de São Paulo, em administração pela Universidade de Sofia, em Tóquio, e em administração hoteleira pela Cornell University, nos Estados Unidos, sustentou seu bom desempenho.

“Com os resultados da rede melhorando, assumi mais responsabilidades, até me tornar presidente. Depois de alguns anos, meu marido ficou doente e vendeu o negócio. Aí fui empreender sozinha, porque o mercado era muito bom e eu já tinha uma ótima equipe.”

O nome Blue Tree veio da tradução para o inglês do significado de seu sobrenome: árvore azul. “Tenho minhas raízes orientais. Sou muito obstinada, gosto das coisas organizadas, com disciplina. Quando criei a empresa, a primeira coisa que defini foi que todos deveriam trabalhar tendo como base esta frase de Madre Tereza de Calcutá: ‘Não deixe jamais que alguém que achegou-se de ti vá embora sem sentir-se melhor, ou mais feliz’. Essa frase resume a nossa missão.”

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